
- Montagem do elenco: A diretoria de futebol do Vila Nova não conseguiu renovar os contratos de jogadores importantes na campanha do acesso da Série C para a Série B do Campeonato Brasileiro. Por pequena diferença salarial, o artilheiro Frontini deixou o clube e seguiu para o Botafogo-PB. Romerito disputou o Estadual pelo Goianésia.
- Apostas arriscadas: Jogadores desconhecidos foram contratados e pouco agregaram para o sucesso do clube. Os meias Erivélton e Netinho, os atacantes Roberth Mayk e Guilherme, o lateral Alan entre outros chegaram para fortalecer o elenco, mas pouco fizeram. A diretoria apostou no retorno do veterano atacante Wando que voltou a naufragar.
- Caso de doping: Líder fora e dentro de campo e principal jogador do elenco, o volante Robston foi suspenso por doping por uso de cocaína ainda durante a Série C do Brasileiro. Depois da saída do jogador, que fez seu último jogo contra o Anápolis na primeira rodada do segundo turno, o Vila Nova perdeu sete jogos seguidos.
- A toque de caixa: Após insistentes pedidos por reforços por parte do então técnico Heriberto da Cunha, a diretoria contratou um pacote de jogadores com o volante Agenor, os atacantes Soares, Rafael Oliveira e Rico, além do lateral direito Boiadeiro. Alguns jogadores estrearam dois dias depois que chegaram ao clube. Heriberto da Cunha deixou o clube para Sidney Moraes assumir.
- Falta de união: O nervosismo era visível entre os jogadores nas últimas rodadas. Discussões mais ríspidas em campo entre companheiros de equipe, um culpando o outro publicamente por gols sofridos. O grupo não reuniu forças nos jogos decisivos e acabou sucumbindo.