
Há informações de que as taxas de vistoria cobradas pela Companhia estão sendo depositadas em conta bancária de um fundo administrado pelo comandante em questão e que os recursos estariam sendo desviados, existindo supostamente também o superfaturamento de itens adquiridos pela autoridade com recursos públicos.
As investigações também irão abranger as licitações realizadas pelo comando para verificação de eventuais fraudes ou não realização desses procedimentos. (Cristiani Honório /Assessoria de Comunicação Social do MP-GO)