
De volta à Cadeia Feminina do Jardim Guanabara, em Franca (SP), a psicóloga Natália Mingone Ponte, de 29 anos, tem passado o tempo todo fumando e lendo. Para isso, ela levou para a cela uma grande quantidade de livros e pacotes de cigarro.
A mãe do menino Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, completou 24 horas presa na tarde deste domingo (5). Ela voltou para a cadeia por ordem da Justiça após ficar 31 dias encarcerada e ser solta. Funcionários contaram que Natália quase não fala, fica direto debruçada nos livros com o cigarro aceso para acompanhar.
Joaquim, de 3 anos, desapareceu de sua casa em Ribeirão Preto no dia 5 de novembro e seu corpo foi localizado no Rio Pardo, em Barretos, cinco dias depois.
A Polícia Civil trabalha com a hipótese de que a criança, que fazia tratamento contra diabetes, tenha sido morta com uma dose exagerada de insulina.
Exames realizados no corpo do menino, no entanto, não detectaram excesso de insulina. Mas policiais alegam que isso já era esperado, porque o hormônio desaparece pouco tempo após ser aplicado.
UOL