
Goiás tem adotado medidas cada vez mais severas para evitar que algum foco da Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP), a chamada gripe aviária, chegue em seu território, o que poderia causar enormes prejuízos econômicos.
A Agência de Defesa Agropecuária do Estado (Agrodefesa), a Associação Goiana de Avicultura (AGA) e as granjas goianas já possuem um completo plano de contingência, caso algum foco seja detectado, e tentam envolver a população nas medidas de prevenção. Um decreto de emergência zoosanitária para a Influenza Aviária, com o intuito de permitir investimentos em ações de prevenção à doença, será publicado nos próximos dias.
O primeiro foco de gripe aviária no Brasil foi descoberto no final de maio, numa ave silvestre, no litoral brasileiro. De lá pra cá, já são 71 casos confirmados nos estados da Bahia, Espírito Santo, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo, segundo informações do do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), que declarou estado de emergência zoossanitária em todo o território nacional. Desse total, apenas dois se referem a aves de criações de subsistência e os demais envolvem aves silvestres de hábitos litorâneos.
