Notícia Executivo de renome mundial e filho de Goianésia ministra palestra na cidade
24 de julho de 2012 - Orcedino Junior
Executivo de renome mundial e filho de Goianésia ministra palestra na cidade

Synésio Batista, executivo mundialmente conhecido e filho de Goianésia, fez palestra sobre a economia nacional e mundial.

O goianesiense mais famoso no Brasil e no mundo fez uma palestra na noite de segunda, 23 no auditório do Paço Municipal. O evento, realizado pelo Governo de Goianésia e Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) teve como tema:Cenário Atual da Economia Brasileira e Internacional.

Synésio Batista da Costa, 48 anos, goiano de Goianésia é presidente de tudo ao mesmo tempo. Ao todo, são 22 empregos. Ele é presidente da Abrinq (Associação Brasileira de Fabricantes de Brinquedos), presidente do Simb (Sindicato das Indústrias de Instrumentos Musicais), presidente da Abemúsica (Associação Brasileira da Música), presidente da Abiótica (Associação Brasileira de Produtos e Equipamentos Óticos)... Cansou? Espera que tem mais: presidente da Abraflex (Associação Brasileira dos Fabricantes de Embalagens Laminadas Flexíveis), presidente do Corecon (Conselho Regional de Economia), presidente do IQB (Instituto da Qualidade do Brinquedo)  e mais 16 cargos.

Synésio Batista da Costa é considerado o maior Workaholic do Brasil (expressão americana que serve para designar uma pessoa viciada em trabalho). "Trabalhar tanto é uma alegria. Eu estabeleci que a minha vida é o trabalho. É a minha prioridade número 1, número 2, número 3. A família e todo o resto estão relegados a outro plano”, conta Synésio.

Sim, ele tem família. Mulher e dois filhos. “Casamento para mim é uma empresa que eu administro executivamente.” Emoções? Ora, as emoções. Synésio diz que manda flores, e-mails apaixonados, telefona e às vezes até aparece em casa no meio da tarde para fazer surpresa. Mas chega avisando: “Oi, querida, tenho uma hora para ficar contigo”. Uma façanha e tanto para o homem que está sempre preparado para não voltar para casa. Pintou viagem de última hora (já são 2 milhões de milhas acumuladas), ele parte de onde estiver. Por isso, mantém três mudas de roupa em cada um de seus seis carros. Não dá para perder tempo. “Médico, se quiser me atender, tem que ser depois das 23 horas.”

Ex-lavrador, pedreiro, faxineiro, padeiro, cozinheiro e office-boy, Synésio diz que não é movido a dinheiro nem a poder. “Meu barato é produzir resultado. É ver a minha pasta cheia de problemas para resolver e saber que eu dou conta. Agora, o dinheiro vem, né?” E como vem. O dono de uma empresa filiada a uma das associações comandadas por Synésio diz que ele tira entre R$ 200 mil e R$ 300 mil por mês. Salário de jogador de futebol. Aliás, ele também gosta de se referir a si mesmo na terceira pessoa do singular: “Todo mundo quer o Synésio porque o Synésio resolve”, afirma.

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