Notícia
28 de dezembro de 2012 - Orcedino Junior

A prefeita eleita em Ceres, Inês Brito (PT), não esperou assumir o posto de prefeita no dia primeiro de janeiro para arregaçar as mangas e começar a trabalhar em prol da comunidade. Com o objetivo de resgatar um dos seus principais compromissos de campanha, Inês deu grande passo na quinta-feira (13), quando conseguiu reunir em Ceres, vários segmentos organizados como Associação Médica, OAB, Lions Clube, Pode Executivo e Legislativo para discutir com os diretores da UniEvangélica a implantação da Faculdade de Medicina na cidade.
De acordo com Inês Brito, o saldo da reunião não poderia ter resultado melhor. "Já saímos daqui da reunião com um terreno pré-determinado para que seja doado em contrapartida para a UniEvangélica, para que a mesma possa vir a estender o curso de medicina em Ceres", disse Inês Brito.
Sem esconder a emoção de poder ver o curso de Medicina em Ceres, Inês Brito acredita que esta é uma vitória de toda a comunidade, que soube trabalhar e que, acima de tudo, sempre acreditou que o curso seria implantado em Ceres. "Estamos a um passo de nos tornamos uma cidade com um grande pólo universitário. Um curso dessa magnitude vai fazer de Ceres uma das principais cidades do País para se viver", disse Inês.
Com uma localização estratégica, Ceres recebe mensalmente a visita de mais de 60 mil pessoas, que procuram a cidade para fazer tratamento. A implantação de uma faculdade de Medicina em Ceres apenas viria consolidar a tendência de que a cidade entrou de vez no caminho da modernidade e que tem condições de abrigar um curso dessa grandeza, ,conforme explicou Inês.
Com mais de 100 médicos residentes em Ceres, a cidade apresenta condições e infraestrutura para acolher e, sobretudo, atender a demanda que um curso de Medicina exige. De acordo com Inês Brito, ainda é muito precoce falar de uma data para que o curso comesse a formar médicos em Ceres, entretanto, segundo ela, os diretores da UniEvangélica ficaram surpresos com o pré-projeto elaborado pela prefeitura e esperam que em três anos o curso esteja em plena atividade.