Prefeito de Goiás desaprova atos em favor de torturadores

 (Foto: Cláudia Santana Damata) (Foto: Cláudia Santana Damata)

O prefeito de Goiás, Aderson Liberato Gouvea (PT) diz ter sido pego de surpresa pelas manifestações realizadas de 1° de maio, em defesa de torturadores e da ditadura militar.  Na data, apoiadores do presidente Bolsonaro (sem partido), vestidos de farricodos – mas apenas na cor branca –, desfilavam exibindo um cartaz com os dizeres: “Deus perdoe os torturadores.” Em nota, o gestor afirmou: “Afronta à sociedade vilaboense.”

E, além do grande cartaz escrito “Deus perdoe os torturadores”, em uma placa menor é possível ler “nosso Brasil pertence ao senhor Jesus. Direita com Bolsonaro”.

Para o prefeito, “a tentativa de confundir os símbolos da tradição religiosa e cultural da Cidade de Goiás, o ‘Farricoco’ da procissão do Fogaréu, com o símbolo supremacista da Ku Klux Klan para fazer apologia a tortura e a ditadura militar é mais que uma afronta à sociedade vilaboense e a fé de nosso povo, mas também configura crime, previsto no art. 287 do Código Penal”.

Inclusive, a legislação citada prevê com pena de detenção, de três a seis meses e multa: “Fazer, publicamente, apologia de fato criminoso ou de autor de crime.” Ainda por meio de nota, o gestor repudiou o que classificou como “celebrar a tortura, em frente a um Convento Dominicano, congregação que teve membros perseguidos e torturados pela ditadura militar, é cruel”.

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Goiás recebe novas 228.550 doses de vacina contra Covid-19 nesta segunda

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Goiás deve receber na manhã desta segunda-feira (3) 228.550 doses da vacina contra a Covid-19. Esta é a 17ª remessa recebida pelo Ministério de Saúde que inclui 211 mil unidades da AstraZeneca e outras 17.550 da Pfizer. Toda a carga deve ser utilizada como primeira dose.

O governo anunciou que as 17 mil doses da Pfizer serão utilizadas somente em Goiânia, de acordo com orientação do Ministério da Saúde. No entanto, não são consideradas doses extras, já que o mesmo quantitativo da AstraZeneca deve ser remetida para outros municípios.

No sábado (1/5), Goiás já havia recebido 11,8 mil doses da CoronaVac para a segunda dose.

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Energia mais cara: a cada R$ 53 gastos, consumidor vai pagar mais quatro reais

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) acionou o patamar 1 da bandeira vermelha para maio no país. Isso significa que, na conta de luz deste mês, haverá uma acréscimo de pouco mais de R$ 4 para cada 100 kWh (kilowatt) consumido.

De acordo com a Enel Goiás, essa tarifa é aplicada nacionalmente pela Aneel mas não representa um “encarecimento” do kilowatt.

Conforme a Enel Goiás, o valor atual do kWh para cliente residencial no estado é R$ 0,533, sem nenhuma bandeira. Portanto, quem consumia 100 kWh e pagava o valor de R$ 53, por exemplo, em maio vai pagar R$ 57.

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Ex ministros da saúde iniciam os depoimentos na CPI da Covid

Pazuello, Mandeta e Nelson Teich, ex ministros da sáude de Bolsonaro, vão ser ouvidos nesta semana.Pazuello, Mandeta e Nelson Teich, ex ministros da sáude de Bolsonaro, vão ser ouvidos nesta semana.

CPI da Covid terá, nesta semana, os seus primeiros depoimentos, que já servem como importante teste para o governo do presidente Jair Bolsonaro. Em dois dias, todos seus ex-ministros da Saúde serão ouvidos. Um dos depoimentos mais esperados é, na quarta-feira, o do general Eduardo Pazuello, que ficou dez meses à frente da pasta e foi o principal responsável pelas políticas de combate à pandemia.

Parlamentares de oposição querem questionar incisivamente Pazuello sobre o que consideram omissões do governo na aquisição de vacinas, falta de apoio a medidas de isolamento social, compra de remédios sem eficácia comprovada para a Covid-19 e falhas na logística. Já o Palácio do Planalto tem preparado o ex-ministro para blindar o presidente Jair Bolsonaro durante o depoimento.

Na terça-feira, prestam depoimento os ex-ministros Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich.

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Omelete ou mexido? Brasileiro come mais ovos que a média global

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O brasileiro nunca comeu tanto ovo. Com o aumento desenfreado do preço da carne, a queda de poder de compra da população, e a mudança de hábito trazida pela pandemia, com mais gente se alimentando em casa, o ovo está longe de ser um coadjuvante na mesa da população.

No ano de 2020, cada brasileiro comeu 251 ovos. É um volume recorde. Há 20 anos, o consumo anual de cada cidadão era de 94 unidades. Dez anos atrás esse número subiu para 148 ovos.

Hoje, o brasileiro come mais ovos que a média do cidadão mundial que é de 230 ovos por ano. O alimento, que até poucos anos atrás figurava entre os vilões da saúde, condenado pelo teor de colesterol, migrou para as páginas da alimentação saudável.

Ironicamente, a indústria de ovos vive, atualmente, entre a cruz e a espada, devido ao preço do milho e do farelo de soja, a ração dos animais, insumo que responde por mais de 81% do custo de produção da proteína.

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Brasil ultrapassa 400 mil óbitos por covid

Coveiros enterram pessoa morta no cemitério durante a pandemia da covid-19 (Foto: Jucimar de Sousa/Mais Goiás)Coveiros enterram pessoa morta no cemitério durante a pandemia da covid-19 (Foto: Jucimar de Sousa/Mais Goiás)

O Brasil ultrapassou a marca de 400 mil vidas perdidas no Brasil para a Covid-19. A triste marca foi superada no início da tarde desta quinta-feira (29). O número total é de 400.021 mortes no país, segundo dados coletados junto às secretarias pelo consórcio de imprensa formado por Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1.

Desde a primeira morte no Brasil, confirmada no dia 12 de março de 2020, passaram-se 413 dias. Isso quer dizer que a Covid-19 matou, em média, 968 pessoas por dia desde então. Ou seja, o país teve um óbito por complicações decorrentes do coronavírus a cada 89,2 segundos em média.

A análise das datas revela que o ritmo de mortes no país ainda está em aceleração. Desde o primeiro óbito no Brasil, o acumulado de óbitos chegou a 100 mil em 8 de agosto de 2020. Ou seja, após 149 dias. O patamar de 200 mil foi atingido no último dia 7 de janeiro, 152 dias depois. Dali em diante, o ritmo se acelerou. A marca de 300 mil foi alcançada em 24 de março, ou seja, 76 dias depois dos 200 mil óbitos. E o patamar atual, de 400 mil, foi superado após 36 dias.

Fonte:Mais Goiás 

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