Governo de Goiás lança editais de concursos públicos

 

Serão publicados nos dias 17 e 25 de outubro os editais dos concursos públicos para pesquisador do Instituto Mauro Borges de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (IMB/Segplan) e das polícias Civil e Militar (agente de polícia, escrivão de polícia, delegado, soldado e oficial).

De acordo com o que foi divulgado pelo Governo de Goiás, por meio das secretarias  de Gestão e Planejamento (Segplan) e da Segurança Pública e Justiça (SSPJ), ao todo são 20 vagas para o IMB/Segplan, 1.180 para a Polícia Militar e 753 para a Polícia Civil. Salários variam de R$ 1.800 a R$ 9.500.

Provas
Segundo a Segplan, as provas para integrar o IMB e a PM serão aplicadas em janeiro do próximo ano. A previsão é que as provas para a PC sejam aplicadas em fevereiro do mesmo ano. Os aprovados devem ser empossados  a partir de fevereiro de 2014 (IMB/Segplan), a partir de abril (Polícia Militar) e a partir de setembro (Polícia Civil). Isso porque tanto os novos servidores das Polícias Civil e Militar têm de passar por testes de aptidão e técnica, assim como por cursos de formação.

A realização dos concursos é de responsabilidade do Núcleo de Seleção da Universidade Estadual de Goiás (UEG), com supervisão da Comissão Especial do Concurso.

IMB/Segplan
Quem optar pelo concurso do IMB/Segplan concorrerá a uma das 20 vagas para pesquisadores com formação em cartografia ou engenharia cartográfica, ciências sociais ou sociologia, economia, estatística, geografia e geoprocessamento. A remuneração do cargo é de R$ 6 mil.

Segundo a secretaria, são  requisitos para os candidatos do IMB/Segplan graduação, mestrado ou doutorado completo na formação, com diploma devidamente registrado de conclusão de curso superior reconhecida pelo Ministério da Educação e registro no Conselho de classe correspondente, se houver. Os candidatos farão provas objetiva e discursiva, e passarão por avaliações de títulos (currículo) e equipe multiprofissional para portadores de deficiência.

Interessados devem ficar atentos ao período de inscrição, que segue de 25 de outubro a 26 de novembro. A taxa de inscrição é de R$ 100, que deve ser paga até o dia 27 de novembro. A publicação do edital do concurso do IMB/Segplan no Diário Oficial do Estado e nos sítios www.nucleodeselecao.urg.br e www.segplan.go.gov.br está prevista para 17 de outubro.

Polícia Militar
Com 80 vagas disponíveis, o curso de formação de oficiais da corporação é um dos concursos da PM. De acordo com o que foi divulgado, desse total, 54 vagas são para oficial combatente/cadete, que disponibiliza 54 oportunidades para mulheres e 6 para homens. Entre as demais vagas ofertadas estão dez para médicos e oito para odontólogos.

O subsídio dos oficiais varia de R$ 3.945,24 para o oficial combatente/cadete no primeiro ano, é de até R$ 6.503,07 para tenente QOPM (do quadro de oficiais da PM) e oficial da saúde nas modalidades médico, odontólogo e psicólogo. A publicação do edital do concurso de oficiais da PM no Diário Oficial do Estado e nos sítios www.nucleodeselecao.urg.br e www.segplan.go.gov.br está prevista para 17 de outubro. O período de inscrição é de 30 de outubro a 28 de novembro. A taxa de inscrição é de R$ 120 com pagamento até 28 de novembro.

Conforme foi divulgado, serão aplicadas prova objetiva, redação e avaliações de aptidão física, médica, psicológica e da vida pregressa, e investigação criminal.

Também serão ofertadas 1.100 vagas, das quais 1.050 para soldado combatente e 50 para soldado músico, para o concurso da PM para o curso de formação de praças (soldados) da Corporação. Os valores do subsídio a serem pagos são de R$ 1.841,11 para soldado 3ª classe; R$ 2.971,95 para soldado 2ª classe; e de R$ 3.276,58 para soldado 1ª classe. Os candidatos devem ter diploma ou certificado de conclusão de curso superior em qualquer área do conhecimento.

O período de inscrição é de 30 de outubro a 28 de novembro. A taxa de inscrição é de R$ 80, com pagamento até 29 de novembro.

A publicação do edital do concurso de soldados da PM no Diário Oficial do Estado e nos sítios www.nucleodeselecao.urg.br e www.segplan.go.gov.br está prevista para 17 de outubro. Os candidatos passarão por prova objetiva, redação, avaliação de aptidão física, e teste de capacidade técnica (somente para soldado - músico)

Polícia Civil
Na Polícia Civil, um dos concursos é para o cargo de agente de polícia de 3ª classe. São ofertadas 344 vagas para Delegacias de cidades do interior. A remuneração prevista é de R$ 2.971,95. Os candidatos ao cargo de agente de polícia 3ª classe devem ter nível superior em qualquer área de formação e carteira nacional de habilitação (CNH) categoria B. O período de inscrição é de 29 de novembro a 18 de dezembro deste ano.

De acordo com a Segplan, o valor da taxa de inscrição é de R$ 128,00, com pagamento até 19 de dezembro de 2012. A publicação do edital do concurso de agente de polícia no Diário Oficial do Estado e nos sítios www.nucleodeselecao.urg.br e www.segplan.go.gov.br está prevista para 25 de outubro.

Outra seleção pública é para o cargo de delegado substituto da Polícia Civil. São ofertadas 109 vagas para Delegacias do interior. A remuneração prevista é de R$ 9.586,93. Os candidatos devem ter bacharelado em direito. O período de inscrição é de 19 de novembro a 18 de dezembro. O valor da taxa de inscrição é de R$ 168 com pagamento até 19 de dezembro.

Também será realizado concurso para escrivão de polícia de 3ª classe da Polícia Civil. São disponibilizadas 300 vagas para Delegacias de cidades do interior. A remuneração prevista é de R$ 2.971,95. Os candidatos devem ter nível superior em qualquer área de formação. O período de inscrição é de 19 de novembro a 18 de dezembro, com taxa de inscrição de R$ 128 e prazo de pagamento até 19 de dezembro. A publicação do edital está prevista para 25 de outubro.

Mais informações: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou pelo telefone: (62) 3328-1122

 

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O Poder do Império prevalece e Jalles ganha as eleições em Goianésia

Jalles comemora a vitória comendo tomate.Jalles comemora a vitória comendo tomate.

Por Orcedino Wenceslau Júnior.

A vitória de Jalles Fontoura em Goianésia representa mais uma vez o que o poder econômico pode fazer em uma eleição. Impressionou como o povo goianesiense, sobretudo das camadas mais carentes, permaneceu "aprisionado" à vontade política dos que detém o dinheiro.

Com uma campanha milionária, o tucano conseguiu trazer a Prefeitura de volta para as mãos do grupo econômico que dirige, ao lado do irmão Otavinho. Não foi só uma campanha política. Foi uma afirmação do poder dos Lage em Goianésia. O voto foi fortemente influenciado.

A campanha do 45 para prefeito foi muito mais que uma campanha comum, que acontece a exemplo de outras cidades de Goiás, com o mesmo porte de Goianésia. Foi uma campanha que, alicerçada nos recursos econômicos abundantes, trabalhou os aspectos estratégicos, sociais e culturais da população. O grupo fez uma política técnica.

Acostumado ao ambiente empresarial, o grupo trouxe das empresas, o planejamento e as estratégias tão bem vivencidas no mundo corporativo para a política.

Funcionários e simpatizantes foram transformados em militantes, fiscais, chefes de equipe. Seus comícios e caminhadas obrigatoriamente tinham a presença maciça de seus colaboradores. Nas redes sociais, um time de defensores bem pagos tiveram a missão de apagar a má impressão que Jalles passava a todos de mau administrador, desastrado e, implantar aos poucos, o perfil de empresário empreendedor, honesto, pai exemplar. Interessante frisar este aspecto. Se você postasse uma crítica ao 45 em qualquer perfil do facebook, a qualquer hora do dia ou da noite, rapidamente você teria uma resposta de um dos seus “militantes”.

A política brasileira esteve sempre voltada para os interesses das elites. Após a proclamação da República, surgiu no Brasil o período chamado República Velha ou República dos Coronéis, por causa do grande prestígio político que eles desfrutavam. "Esses grupos controlavam a população através do clientelismo, da troca de favores. Predominava o voto de cabestro, que mantinha o eleitor sob o jugo da vontade política dos coronéis; eram os chamados currais eleitorais. Em Goianésia, o tempo passou e a história não mudou muito; os personagens apenas mudaram de nome.

No aspecto social, sua campanha foi “buscar” os “companheiros“ e “camaradas” de outrora, até então no silêncio, depois da derrota de 2008.  Além dos “amigos”, todos os parceiros, prestadores de serviço, comerciantes ou qualquer cidadão que mantivesse algum tipo de negócio com as empresas do grupo foram “convidados” a participar ativamente na campanha.

Suas promessas de campanha não foram modestas. Dentre centenas, chamam a atenção, a faculdade de medicina, e bolsa para quem quiser nela estudar, hospital universitário, intercâmbio educacional dos professores e alunos com outros países, creche em tempo integral (período noturno e férias), construir 2000 casas sem nenhum custo ou prestação para a população, cobertura de 100% da cidade com rede de internet sem fio gratuito. Mas as propostas eram apenas um detalhe!

O aspecto cultural foi sem dúvida, o mais bem trabalhado pelo 45 nessa eleição. Frases como “....Goianésia não seria nada sem o Lage...”, “....o que seria de Goianésia se não fosse as empresas do grupo...” voltaram com veemência na cabeça da população.  Era o prestígio do grupo que estava em jogo. E todas as pessoas mais conscientes sabem que gerar um emprego não é um ato de bondade. É um ato de lucro, de vantagem, na qual o empresário apenas irá ganhar com isso. Empresários não geram empregos por serem bonzinhos. Geram empregos para lucrar.

Fato interessante aconteceu na última semana. Os administradores das empresas do grupo prometeram benefícios extras aos colaboradores e “convidaram” todos a participarem da caminhada promovida pela coligação às vésperas da eleição. Mais de 2000 pessoas participaram. Uma estratégia bem aplicada com o fim de trazer os indecisos para o seu lado.

Além de "investir"  nos colaboradores das diversas empresas, o que pode ter decidido a eleição, há uma outra característica cultural de quem os defende. Pessoas comuns, que não são funcionários seus, se mostram defensores apaixonados e não medem esforços para convencer qualquer um que a permanência dos Lage no poder é a única saída para Goianésia.

Nas rodas de conversa, conhecidos do 45 impunham sua visão de mundo, ou melhor, de Goianésia. Se proclamavam como os "ungidos", os "escolhidos". Era quase uma devoção religiosa. E quem não estava do seu lado, muitas vezes se sentia que estava até mesmo com uma doença incurável, um transtorno mental, por não votar em Jalles. Inexplicável essa "idealização".

Na segunda pós-eleição, um fato triste e preocupante fechou essa idealização. Filhos de pais do 45 levaram tomates para a sala de aula em várias escolas particulares da cidade, com o fim de zombar e humilhar os colegas de sala que não pertenciam aos "escolhidos". Quais são os valores desses pais, que estimulam os filhos a esta atitude em ambiente escolar? O que esperar dessa nova geração com o mesmo pensamento alienado dos pais?

Em Goianésia, o chamado “empreendedorismo” nunca foi enxergado com outros olhos. Não precisamos agradecer por ele. Não somos seus servos. Não se tratam de heróis aos quais devemos nossas vidas. A posição é inversa; o empresário é que precisa do trabalhador. Mas em Goianésia, o grupo transformou-se em um mito, em símbolo na cabeça de muitos, seja pobre, seja rico.

A campanha do atual prefeito foi uma campanha modesta, longe dos recursos abundantes do outro lado. A realidade deve ser dita: Gilberto Naves é prefeito da população menos favorecida. Fez uma administração para o povo comum. Enfatizou a saúde, que estava abandonada, revolucionou a educação, administrou com ética, sem perseguição, fez uma gestão com honestidade. Isso sempre incomodou a oposição. Pecou na morosidade da consecução do seu projeto habitacional. Talvez, seu único pecado.

Na Câmara Municipal, na qual tinha minoria, Gilberto conseguiu caminhar com o projeto das 2000 casas somente no final de 2011. E a população, influenciada pela avalanche sócio-cultural pregada pela oposição, não aceitou. Suas casas vão ser entregues por Jalles em 2013. Mas a sua administração ao final de seu mandato deixará saudades; não dos privilégios recebidos, mas pela autonomia social, econômica e cultural que foi dada ao povo de Goianésia. A sua eleição consolidaria um novo ambiente para Goianésia, sem perseguição, principalmente pelo respeito dado ao cidadão. É um grande líder político, pai de família e esposo exemplar e homem público íntegro. Deu a sua notória contribuição para a cidade. Sua derrota não foi para outro candidato. Foi para o Império!

O que se pode esperar da volta do grupo ao poder político? Péssimo para a democracia, para o fortalecimento das instituições, para a liberdade. A partir de agora, comandando a maioria dos empregos privados, dos empregos públicos do Município e do Estado em Goianésia, as relações institucionais, socias e culturais tendem a ser obscuras, impostas, de obrigação. Uma ditadura moderna.

Qual o interesse do grupo? Manter os seus interesses. A filosofia do empresário de uma forma geral, sempre será estimular ao máximo a competitividade e o egocentrismo e privar a população de se desenvolver harmoniosa e igualitariamente. É difícil imaginar que em um sistema onde o principal objetivo é lucrar, lucrar e lucrar, poderá existir uma comunidade sem acentuados desequilíbrios sociais.

A eleição do empresário nos leva de volta ao curral eleitoral da República Velha. Curral eleitoral, político, cultural e social no qual teremos que conviver. Será assim: "Ame-o ou deixe-o". O desenvolvimento acontecerá de acordo com as crenças dessa elite vencedora da Goianésia do século XXI, mas a ideologia será a mesma da Princesinha do Vale da década de 80 do século passado. Você novamente será definido em Goianésia pela sua condição de contra ou a favor deles, em detrimento das suas qualidades e valores. Infelizmente, um “embarcadouro” eleitoral  para o grupo e seus súditos por uns 12 anos ou mais.

Na Idade Média, o riso era proibido. Hoje, na “Goianésia dos Lage”, talvez não possamos rir mais. Ou talvez, rir somente do que é permitido.

 

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Governo de Goiás lança editais de concursos públicos

 

Serão publicados nos dias 17 e 25 de outubro os editais dos concursos públicos para pesquisador do Instituto Mauro Borges de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (IMB/Segplan) e das polícias Civil e Militar (agente de polícia, escrivão de polícia, delegado, soldado e oficial).

De acordo com o que foi divulgado pelo Governo de Goiás, por meio das secretarias  de Gestão e Planejamento (Segplan) e da Segurança Pública e Justiça (SSPJ), ao todo são 20 vagas para o IMB/Segplan, 1.180 para a Polícia Militar e 753 para a Polícia Civil. Salários variam de R$ 1.800 a R$ 9.500.

Provas
Segundo a Segplan, as provas para integrar o IMB e a PM serão aplicadas em janeiro do próximo ano. A previsão é que as provas para a PC sejam aplicadas em fevereiro do mesmo ano. Os aprovados devem ser empossados  a partir de fevereiro de 2014 (IMB/Segplan), a partir de abril (Polícia Militar) e a partir de setembro (Polícia Civil). Isso porque tanto os novos servidores das Polícias Civil e Militar têm de passar por testes de aptidão e técnica, assim como por cursos de formação.

A realização dos concursos é de responsabilidade do Núcleo de Seleção da Universidade Estadual de Goiás (UEG), com supervisão da Comissão Especial do Concurso.

IMB/Segplan
Quem optar pelo concurso do IMB/Segplan concorrerá a uma das 20 vagas para pesquisadores com formação em cartografia ou engenharia cartográfica, ciências sociais ou sociologia, economia, estatística, geografia e geoprocessamento. A remuneração do cargo é de R$ 6 mil.

Segundo a secretaria, são  requisitos para os candidatos do IMB/Segplan graduação, mestrado ou doutorado completo na formação, com diploma devidamente registrado de conclusão de curso superior reconhecida pelo Ministério da Educação e registro no Conselho de classe correspondente, se houver. Os candidatos farão provas objetiva e discursiva, e passarão por avaliações de títulos (currículo) e equipe multiprofissional para portadores de deficiência.

Interessados devem ficar atentos ao período de inscrição, que segue de 25 de outubro a 26 de novembro. A taxa de inscrição é de R$ 100, que deve ser paga até o dia 27 de novembro. A publicação do edital do concurso do IMB/Segplan no Diário Oficial do Estado e nos sítios www.nucleodeselecao.urg.br e www.segplan.go.gov.br está prevista para 17 de outubro.

Polícia Militar
Com 80 vagas disponíveis, o curso de formação de oficiais da corporação é um dos concursos da PM. De acordo com o que foi divulgado, desse total, 54 vagas são para oficial combatente/cadete, que disponibiliza 54 oportunidades para mulheres e 6 para homens. Entre as demais vagas ofertadas estão dez para médicos e oito para odontólogos.

O subsídio dos oficiais varia de R$ 3.945,24 para o oficial combatente/cadete no primeiro ano, é de até R$ 6.503,07 para tenente QOPM (do quadro de oficiais da PM) e oficial da saúde nas modalidades médico, odontólogo e psicólogo. A publicação do edital do concurso de oficiais da PM no Diário Oficial do Estado e nos sítios www.nucleodeselecao.urg.br e www.segplan.go.gov.br está prevista para 17 de outubro. O período de inscrição é de 30 de outubro a 28 de novembro. A taxa de inscrição é de R$ 120 com pagamento até 28 de novembro.

Conforme foi divulgado, serão aplicadas prova objetiva, redação e avaliações de aptidão física, médica, psicológica e da vida pregressa, e investigação criminal.

Também serão ofertadas 1.100 vagas, das quais 1.050 para soldado combatente e 50 para soldado músico, para o concurso da PM para o curso de formação de praças (soldados) da Corporação. Os valores do subsídio a serem pagos são de R$ 1.841,11 para soldado 3ª classe; R$ 2.971,95 para soldado 2ª classe; e de R$ 3.276,58 para soldado 1ª classe. Os candidatos devem ter diploma ou certificado de conclusão de curso superior em qualquer área do conhecimento.

O período de inscrição é de 30 de outubro a 28 de novembro. A taxa de inscrição é de R$ 80, com pagamento até 29 de novembro.

A publicação do edital do concurso de soldados da PM no Diário Oficial do Estado e nos sítios www.nucleodeselecao.urg.br e www.segplan.go.gov.br está prevista para 17 de outubro. Os candidatos passarão por prova objetiva, redação, avaliação de aptidão física, e teste de capacidade técnica (somente para soldado - músico)

Polícia Civil
Na Polícia Civil, um dos concursos é para o cargo de agente de polícia de 3ª classe. São ofertadas 344 vagas para Delegacias de cidades do interior. A remuneração prevista é de R$ 2.971,95. Os candidatos ao cargo de agente de polícia 3ª classe devem ter nível superior em qualquer área de formação e carteira nacional de habilitação (CNH) categoria B. O período de inscrição é de 29 de novembro a 18 de dezembro deste ano.

De acordo com a Segplan, o valor da taxa de inscrição é de R$ 128,00, com pagamento até 19 de dezembro de 2012. A publicação do edital do concurso de agente de polícia no Diário Oficial do Estado e nos sítios www.nucleodeselecao.urg.br e www.segplan.go.gov.br está prevista para 25 de outubro.

Outra seleção pública é para o cargo de delegado substituto da Polícia Civil. São ofertadas 109 vagas para Delegacias do interior. A remuneração prevista é de R$ 9.586,93. Os candidatos devem ter bacharelado em direito. O período de inscrição é de 19 de novembro a 18 de dezembro. O valor da taxa de inscrição é de R$ 168 com pagamento até 19 de dezembro.

Também será realizado concurso para escrivão de polícia de 3ª classe da Polícia Civil. São disponibilizadas 300 vagas para Delegacias de cidades do interior. A remuneração prevista é de R$ 2.971,95. Os candidatos devem ter nível superior em qualquer área de formação. O período de inscrição é de 19 de novembro a 18 de dezembro, com taxa de inscrição de R$ 128 e prazo de pagamento até 19 de dezembro. A publicação do edital está prevista para 25 de outubro.

Mais informações: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou pelo telefone: (62) 3328-1122

 

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O Poder do Império prevalece e Jalles ganha as eleições em Goianésia

Jalles comemora a vitória comendo tomate.Jalles comemora a vitória comendo tomate.

Por Orcedino Wenceslau Júnior.

A vitória de Jalles Fontoura em Goianésia representa mais uma vez o que o poder econômico pode fazer em uma eleição. Impressionou como o povo goianesiense, sobretudo das camadas mais carentes, permaneceu "aprisionado" à vontade política dos que detém o dinheiro.

Com uma campanha milionária, o tucano conseguiu trazer a Prefeitura de volta para as mãos do grupo econômico que dirige, ao lado do irmão Otavinho. Não foi só uma campanha política. Foi uma afirmação do poder dos Lage em Goianésia. O voto foi fortemente influenciado.

A campanha do 45 para prefeito foi muito mais que uma campanha comum, que acontece a exemplo de outras cidades de Goiás, com o mesmo porte de Goianésia. Foi uma campanha que, alicerçada nos recursos econômicos abundantes, trabalhou os aspectos estratégicos, sociais e culturais da população. O grupo fez uma política técnica.

Acostumado ao ambiente empresarial, o grupo trouxe das empresas, o planejamento e as estratégias tão bem vivencidas no mundo corporativo para a política.

Funcionários e simpatizantes foram transformados em militantes, fiscais, chefes de equipe. Seus comícios e caminhadas obrigatoriamente tinham a presença maciça de seus colaboradores. Nas redes sociais, um time de defensores bem pagos tiveram a missão de apagar a má impressão que Jalles passava a todos de mau administrador, desastrado e, implantar aos poucos, o perfil de empresário empreendedor, honesto, pai exemplar. Interessante frisar este aspecto. Se você postasse uma crítica ao 45 em qualquer perfil do facebook, a qualquer hora do dia ou da noite, rapidamente você teria uma resposta de um dos seus “militantes”.

A política brasileira esteve sempre voltada para os interesses das elites. Após a proclamação da República, surgiu no Brasil o período chamado República Velha ou República dos Coronéis, por causa do grande prestígio político que eles desfrutavam. "Esses grupos controlavam a população através do clientelismo, da troca de favores. Predominava o voto de cabestro, que mantinha o eleitor sob o jugo da vontade política dos coronéis; eram os chamados currais eleitorais. Em Goianésia, o tempo passou e a história não mudou muito; os personagens apenas mudaram de nome.

No aspecto social, sua campanha foi “buscar” os “companheiros“ e “camaradas” de outrora, até então no silêncio, depois da derrota de 2008.  Além dos “amigos”, todos os parceiros, prestadores de serviço, comerciantes ou qualquer cidadão que mantivesse algum tipo de negócio com as empresas do grupo foram “convidados” a participar ativamente na campanha.

Suas promessas de campanha não foram modestas. Dentre centenas, chamam a atenção, a faculdade de medicina, e bolsa para quem quiser nela estudar, hospital universitário, intercâmbio educacional dos professores e alunos com outros países, creche em tempo integral (período noturno e férias), construir 2000 casas sem nenhum custo ou prestação para a população, cobertura de 100% da cidade com rede de internet sem fio gratuito. Mas as propostas eram apenas um detalhe!

O aspecto cultural foi sem dúvida, o mais bem trabalhado pelo 45 nessa eleição. Frases como “....Goianésia não seria nada sem o Lage...”, “....o que seria de Goianésia se não fosse as empresas do grupo...” voltaram com veemência na cabeça da população.  Era o prestígio do grupo que estava em jogo. E todas as pessoas mais conscientes sabem que gerar um emprego não é um ato de bondade. É um ato de lucro, de vantagem, na qual o empresário apenas irá ganhar com isso. Empresários não geram empregos por serem bonzinhos. Geram empregos para lucrar.

Fato interessante aconteceu na última semana. Os administradores das empresas do grupo prometeram benefícios extras aos colaboradores e “convidaram” todos a participarem da caminhada promovida pela coligação às vésperas da eleição. Mais de 2000 pessoas participaram. Uma estratégia bem aplicada com o fim de trazer os indecisos para o seu lado.

Além de "investir"  nos colaboradores das diversas empresas, o que pode ter decidido a eleição, há uma outra característica cultural de quem os defende. Pessoas comuns, que não são funcionários seus, se mostram defensores apaixonados e não medem esforços para convencer qualquer um que a permanência dos Lage no poder é a única saída para Goianésia.

Nas rodas de conversa, conhecidos do 45 impunham sua visão de mundo, ou melhor, de Goianésia. Se proclamavam como os "ungidos", os "escolhidos". Era quase uma devoção religiosa. E quem não estava do seu lado, muitas vezes se sentia que estava até mesmo com uma doença incurável, um transtorno mental, por não votar em Jalles. Inexplicável essa "idealização".

Na segunda pós-eleição, um fato triste e preocupante fechou essa idealização. Filhos de pais do 45 levaram tomates para a sala de aula em várias escolas particulares da cidade, com o fim de zombar e humilhar os colegas de sala que não pertenciam aos "escolhidos". Quais são os valores desses pais, que estimulam os filhos a esta atitude em ambiente escolar? O que esperar dessa nova geração com o mesmo pensamento alienado dos pais?

Em Goianésia, o chamado “empreendedorismo” nunca foi enxergado com outros olhos. Não precisamos agradecer por ele. Não somos seus servos. Não se tratam de heróis aos quais devemos nossas vidas. A posição é inversa; o empresário é que precisa do trabalhador. Mas em Goianésia, o grupo transformou-se em um mito, em símbolo na cabeça de muitos, seja pobre, seja rico.

A campanha do atual prefeito foi uma campanha modesta, longe dos recursos abundantes do outro lado. A realidade deve ser dita: Gilberto Naves é prefeito da população menos favorecida. Fez uma administração para o povo comum. Enfatizou a saúde, que estava abandonada, revolucionou a educação, administrou com ética, sem perseguição, fez uma gestão com honestidade. Isso sempre incomodou a oposição. Pecou na morosidade da consecução do seu projeto habitacional. Talvez, seu único pecado.

Na Câmara Municipal, na qual tinha minoria, Gilberto conseguiu caminhar com o projeto das 2000 casas somente no final de 2011. E a população, influenciada pela avalanche sócio-cultural pregada pela oposição, não aceitou. Suas casas vão ser entregues por Jalles em 2013. Mas a sua administração ao final de seu mandato deixará saudades; não dos privilégios recebidos, mas pela autonomia social, econômica e cultural que foi dada ao povo de Goianésia. A sua eleição consolidaria um novo ambiente para Goianésia, sem perseguição, principalmente pelo respeito dado ao cidadão. É um grande líder político, pai de família e esposo exemplar e homem público íntegro. Deu a sua notória contribuição para a cidade. Sua derrota não foi para outro candidato. Foi para o Império!

O que se pode esperar da volta do grupo ao poder político? Péssimo para a democracia, para o fortalecimento das instituições, para a liberdade. A partir de agora, comandando a maioria dos empregos privados, dos empregos públicos do Município e do Estado em Goianésia, as relações institucionais, socias e culturais tendem a ser obscuras, impostas, de obrigação. Uma ditadura moderna.

Qual o interesse do grupo? Manter os seus interesses. A filosofia do empresário de uma forma geral, sempre será estimular ao máximo a competitividade e o egocentrismo e privar a população de se desenvolver harmoniosa e igualitariamente. É difícil imaginar que em um sistema onde o principal objetivo é lucrar, lucrar e lucrar, poderá existir uma comunidade sem acentuados desequilíbrios sociais.

A eleição do empresário nos leva de volta ao curral eleitoral da República Velha. Curral eleitoral, político, cultural e social no qual teremos que conviver. Será assim: "Ame-o ou deixe-o". O desenvolvimento acontecerá de acordo com as crenças dessa elite vencedora da Goianésia do século XXI, mas a ideologia será a mesma da Princesinha do Vale da década de 80 do século passado. Você novamente será definido em Goianésia pela sua condição de contra ou a favor deles, em detrimento das suas qualidades e valores. Infelizmente, um “embarcadouro” eleitoral  para o grupo e seus súditos por uns 12 anos ou mais.

Na Idade Média, o riso era proibido. Hoje, na “Goianésia dos Lage”, talvez não possamos rir mais. Ou talvez, rir somente do que é permitido.

 

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Demóstenes é afastado do cargo de procurador de Justiça

Quase três meses depois de retornar ao cargo de procurador de Justiça do Ministério Público de Goiás (MP-GO), o ex-senador Demóstenes Torres foi afastado do cargo. O corregedor-geral do MP, Aylton Flávio Vechi, abriu processo administrativo para analisar a possível "violação de deveres funcionais."

Demóstenes ficará afastado do cargo durante o período da investigação. Ele perdeu o mandato de senador por conta de seu envolvimento com o empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, preso desde o dia 29 de fevereiro na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal. Demóstenes foi cassado, no entendimento dos colegas de Senado, por ter mentido no plenário ao negar que tinha relações com Cachoeira.
Além do processo administrativo no MP-GO, 82 promotores e procuradores de Justiça em Goiás registraram pedido de investigação contra Demóstenes no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). O grupo pediu a transferência do processo, já que o irmão de Demóstenes, Benedito Torres, é o procurador-geral de Justiça do MP em Goiás. (José Cácio Júnior)
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Em Pirenópolis, Nivaldo Melo é reeleito.

Nivaldo Melo cumprimenta a primeira-dama do Estado, Valéria Perillo.Nivaldo Melo cumprimenta a primeira-dama do Estado, Valéria Perillo.

O atual prefeito de Pirenópolis, Nivaldo Melo (PP), conseguiu a sua reeleição. Ele venceu com 48,39% dos votos, contra 41,33 % do ex-prefeito Rogério Figueiredo (PSDB).

O candidato Milton Zarias (PDT) obteve 9,30 % dos votos; fato este que pode ter sido fundamental para a vitória de Nivaldo e a derrota de Rogério.

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