Bebê de 6 meses morre com dengue e Goianésia tem mais uma morte pela doença em 2021

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No fim da tarde desta sexta-feira, 14, Goianésia computou mais uma morte que teria sido provocada pelo vírus da dengue, quando uma bebê de apenas seis meses morreu a espera de uma vaga de UTI.

Eloá Sophia Lorenzo da Silva teria começado a passar mal no domingo, 09, com febre e falta de ar. Foi diagnosticada com pneumonia e posteriormente com dengue. O seu quadro de saúde se agravou na madrugada de hoje quando já estava em casa. De volta ao hospital, precisou ser intubada, mas não suportou as complicações da doença.

Esta seria a quarta morte provocada pela dengue em Goianésia, sendo a terceira criança.

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Mãe de Anápolis diz à polícia que ateou fogo e matou bebê por ‘vergonha’ de ter a gravidez descoberta

Câmeras flagraram o momento que a jovem deixa o bebê no lote baldio.  Câmeras flagraram o momento que a jovem deixa o bebê no lote baldio.

A mulher de 24 anos que foi presa suspeita de atear fogo e matar o filho recém-nascido em Anápolis, afirmou em depoimento que cometeu o crime porque estava com muita vergonha de ter a gravidez descoberta. Ao delegado do Grupo de Investigações de Homicídios (GIH), Wllisses Valentim, ela contou que ninguém podia saber da gestação. As informações são do G1.

"Segundo ela, a mãe é muito doente e até morreria se soubesse, ela estava com muita vergonha de ter sido descoberta, não queria o bebê e queria se desfazer dele", diz o delegado.

Durante o interrogatório, ela revelou que o pai dela mora no exterior e que sua mãe vive acamada. Por isso, não receberia bem a notícia da gestação. A delegacia ainda não confirmou as informações fornecidas pela suspeita e não sabe quais os problemas de saúde que a avó do bebê supostamente possui.

O crime foi descoberto na última quarta-feira, 12, após um pedestre ver um cachorro arrastar o corpo carbonizado por uma rua do Bairro Cerejeiras. Câmeras de segurança flagraram o momento em que a mulher desce do carro com o filho em uma caixa de papelão e entra no lote baldio. Em seguida, ela pega um galão com álcool para atear fogo ao corpo do neném

Em depoimento, o namorado da mulher contou que, ao saber da gravidez, eles decidiram realizar um aborto e que ela mentiu que havia dado certo. Wllisses conta ele também será investigado para confirmar se tem envolvimento no crime.

O delegado completa que a jovem diz ter escondido a gestação com cintas para pressionar a barriga e chorou durante o interrogatório, mas estava convicta em sua decisão em não ter o filho. "Ela estava muito certa do que queria", assegura o delegado.

Trecho do interrogatório da mulher revelado pelo delegado indica que a o bebê, que teria nascido há cerca de uma semana, poderia estar vivo antes da mãe atear fogo. “Segundo ela, ele estava com corpo quente quando o colocou na caixa de papelão”, explica Wllisses.

A comprovação só poderá ser feita após o laudo cadavérico feito pelo Instituto Médico Legal (IML), que deve ficar pronto em até 15 dias.

De acordo com a Polícia Civil, a localização da mãe foi feita de forma rápida, entre outros fatores, porque o menino ainda estava com a pulseira usada em hospitais para identificar crianças. A mulher permanece presa no GIH e foi autuada pelo crime de ocultação de cadáver.

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23º BPM inicia operação Fim de Semana Seguro

..De acordo com as Diretrizes do Comando do 23° BPM, no dia 14/05/2021 às 15:00 horas iniciou-se a *Operação Fim de Semana Seguro* que vai até 00:00 horas do dia 17/05/2021, cujo objetivo é combater as mais variadas modalidades de crimes, especialmente o combate ao Tráfico de Drogas, Roubos e Homicídios em toda área do 23° BPM.

Durante a *“Operação"* serão desenvolvidas abordagens estáticas, abordagens a transeuntes, abordagens a bares, além de saturação nas áreas periféricas e e locais estratégicos, dentro das Zona Quente de Criminalidadede, de acordo com a mancha criminal da Unidade.

Nessa operação serão empregadas as viaturas Ordinárias, Serviço Extraordinário e o Tático do 23° BPM, além do Serviço de Inteligência da Unidade.

*1° Tenente Carvalho* - Comandante da Operação

*Major  Erick*- Comandante do 23º BPM

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Indústria goiana cresce 1,6% em março e fica em 4º lugar nacional

Foto (Divulgação)Foto (Divulgação)

A indústria goiana cresceu 1,6% em março de 2021, comparado com o mês anterior, o que garante 60 dias consecutivos de ampliação industrial no Estado após quatro meses de retração.

Os dados constam na Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta terça-feira (11/05), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O percentual coloca Goiás no quarto lugar nacional entre os 15 Estados avaliados pelo IBGE, atrás apenas do Amazonas (7,8%), Pará (2,1%) e Minas Gerais (1,7%). No cenário nacional, a variação percentual do mês, comparada com fevereiro, apresenta queda de 2,4% e 10 unidades federativas têm retração da produção industrial. 

Mesmo com a pandemia da Covid-19, as ações adotadas pelo Governo de Goiás para proteção dos empresários no Estado impulsionaram o crescimento industrial em 0,4%, comparado com o mês de março de 2020, e em 0,8% no acumulado dos últimos doze meses.

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UFG pode fechar em setembro após Ministério da Educação cortar orçamento

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O reitor da Universidade Federal de Goiás - UFG, Edward Madureira, anunciou que a instituição não tem verba suficiente para se manter após o mês de setembro deste ano. A fala vem após a divulgação da redução orçamentária de R$ 1 bilhão feita pelo Ministério da Educação - MEC - para todas as instituições federais do país. Na UFG, isso significa cerca de R$ 13 milhões a menos da verba disponível no ano passado.

Conforme dados divulgados pela UFG, o custo mensal para a manutenção da instituição é de R$ 7 milhões, com o corte adicional de 18% estabelecido na Lei Orçamentária Anual - LOA -2021, a universidade perderá três meses de autonomia e poderá terminar o ano com uma dívida de R$ 30 milhões.

Em nota, o MEC diz que não mede esforços para a recomposição ou alívio das reduções orçamentárias. Segundo a pasta, o órgão está promovendo ações junto ao Ministério da Economia para que as dotações sejam desbloqueadas e o orçamento seja disponibilizado em sua totalidade.

O comunicado do MEC explica que há uma previsão para a melhora e pondera que não houve corte no orçamento, mas um bloqueio de dotações orçamentárias para atendimento ao Decreto nº 10.686, de 22 de abril de 2021. “Na expectativa de uma evolução do cenário fiscal no segundo semestre, essas dotações poderão ser desbloqueadas e executadas”, diz o informe do MEC.

Em 2021, a verba para o orçamento discricionário, que representa manutenção e assistência estudantil, é de R$ 56 milhões. No ano passado, era de R$ 69 milhões. O reitor compara com os números de 2014, quando a UFG recebia R$ 96 milhões, corrigida para 2021, seria de R$ 136 milhões.

Madureira explica como a universidade se adaptou aos cortes dos últimos anos.

“A gente vem deixando de fazer investimentos necessários para que esse impacto não chegue à sala de aula e aos laboratórios, mas acaba chegando. Fomos reduzindo, mas com o orçamento de 2021 não temos a menor condição”, ressalta o reitor.

A UFG tem hoje uma área total de aproximadamente 500 hectares, divididos em quatro campi localizados em Goiânia, Aparecida de Goiânia e cidade de Goiás. São 250 prédios e uma área equivalente a 5 mil campos de futebol.

A entidade estima que a comunidade universitária é composta por mais de 28 mil pessoas, entre estudantes, docentes, técnico-administrativos e trabalhadores terceirizados.

O reitor reforça o quanto as universidades estão sendo importantes no enfrentamento da pandemia: “Estamos fazendo testes para Covid-19, testando a comunidade universitária, o hospital está atendendo, laboratório pesquisando o vírus e suas variações e agora tudo isso está ameaçado”.

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Goiás recebe 2º lote de vacinas da Pfizer com 37.440 doses

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O Governo de Goiás recebeu, na madrugada desta terça-feira (11/05), na Central Estadual de Rede de Frio da Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO), na capital, o segundo lote de vacinas contra a Covid-19 da fabricante Pfizer. São 37.440 novas doses do imunizante, que vão ser utilizadas em Goiânia, Aparecida de Goiânia, Trindade, Anápolis e Rio Verde.

Conforme orientação do Ministério da Saúde, os imunobiológicos serão direcionados às cidades capacitadas para o armazenamento e aplicação, devido às particularidades da vacina deste fabricante, que exige temperaturas mais baixas.

Somando as vacinas de todos os fabricantes, como CoronaVac, AstraZeneca/Oxford e a Pfizer, esta é a 19ª remessa encaminhada pelo Ministério da Saúde. Elas compõem o Plano Nacional de Imunização (PNI). No total, até o momento, o Governo de Goiás já recebeu 2.269.270 doses de imunobiológicos contra o coronavírus. 

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