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Recente pedido de cassação arquitetado pela oposição revelam a fúria contra o prefeito.

Há quase 08 meses que o prefeito Renato de Castro foi eleito por meio do voto popular. No entanto, menos de 220 dias após a derrota nas urnas, a oposição insiste na tentativa de realizar um ‘terceiro turno’.

Os mais de 51% de votos recebidos por Renato e confirmados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) despertaram “a fúria da oposição”. Desde a apuração, vem demostrando o ódio contra a gestão PMDB. Eles ainda não se conformaram em terem perdido a eleição. Essa fúria, traz riscos para a cidade e prejudica o trabalho da equipe do governo. 

A perseguição contra o mandato de Renato começou alguns dias após o resultado final. Na ocasião
, o PSDB entrou com um pedido de cassação contra o mandato do prefeito. 

Temos uma democracia sólida o suficiente para não permitir retrocessos. Os opositores estão desesperados. Eles buscam todos os tipos instrumentos para ocupar a Prefeitura de Goianésia. “O “ódio” da oposição acontece em decorrência dos avanços promovidos pela atual gestão.

“A população escolheu o PSDB para ser oposição, mas eles não aceitam o papel. O jeito é esperar até 2020. Qualquer tentativa é querer rasgar a Constituição”, disse André Wenceslau, secretário do Meio Ambiente de Goianésia.

Para o secretário, a forma como a oposição tem agido deixa a população confusa. 

“A população fica confusa em relação aos comentários. Cria-se um clima tenso de disputa pela razão”, avalia Wenceslau. 

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IMG20170515WA0023Suspeitos de integrarem quadrilha que já roubou mais de 700 pneus e rodas, foram presos na última sexta-feira em operação da Polícia Civil.
A operação “Corsários do Asfalto”, deflagrada na sexta-feira (14.05) pela Polícia Civil de Goianésia (GO) e a Polícia Rodoviária Federal de Goiás, desarticulou uma organização criminosa que agiu em pelo menos 10 roubos de carretas em municípios da região Sul de Mato Grosso. Seis pessoas foram presas e duas estão foragidas.
 
O grupo criminoso era investigado também pelo núcleo de Inteligência operacional da Delegacia de Alto Araguaia da Polícia Civil de Mato Grosso, onde foi registrado o roubo de duas carretas no mês de abril. A investigação da Polícia Civil cruzou com as apurações da Polícia Civil de Goianésia (GO), que iniciaram troca de informações juntamente com a Polícia Rodoviária Federal, descobrindo que o alvo principal eram os pneus e as rodas das carretas.
 
Em nota divulgada, a Polícia Civil de Goiás e a PRF informaram que a operação ocorreu nos municípios de Goiânia, Goianésia e Anápolis, onde os mandados de prisão e busca apreensão foram cumpridos.
 
As prisões foram efetuadas pelo GT3 – Grupo Tático da Polícia Civil de Goiás, e por políciais de Grupos especializados da PRF. Do início das investigações até agora, a polícia já havia identificado mais de 50 roubos à caminhoneiros nas rodovias dos Estados do Tocantins, Mato Grosso, Goiás e Maranhão, praticados pela associação criminosa. Os suspeitos são investigados por associação para prática criminosa, latrocínio, roubo, cárcere privado e receptação qualificada.
 
Segundo as forças envolvidas, a intenção foi desmanchar uma quadrilha que atuava com o assalto a veículos de carga para a retirada e revenda dos pneus e rodas. Estima-se que o número de pneus e rodas roubados já ultrapassa 700. Além dos pneus e rodas, outros pertences dos motoristas também eram levados. De acordo com informações preliminares, a quadrilha era composta por oito pessoas, quatro assaltantes, dois receptadores e dois compradores. Os assaltantes residiam na cidade de Goianésia, e são dos Estados de Sergipe e Maranhão. Ambos com passagens pela polícia por latrocínio, roubo e homicídio.
 
O centro das ações eram comandadas de Goianésia, onde os pneus eram ocultados e repassados aos receptadores de Goiânia e Anápolis, que também foram presos na operação.
 
Dentro da organização, as funções eram distribuídas, primeiramente, no assalto e retirada dos pneus, em seguida, chegando na cidade, o material era repassado aos receptadores e, a partir disso, era feita a revenda das rodas. Todo esse processo não levava mais de dois dias e, a cada remessa, eram repassados de 30 a 60 pneus.
 
Além do roubo e comércio ilegal dos pneus, com a quadrilha, foram encontrados sete veículos, todos roubados e/ou placas clonadas. Dois caminhões, que eram usados para fazer os assaltos e cinco veículos de passeio, todos de luxo. Segundo a polícia, os indivíduos encomendavam o furto dos automóveis e negociavam a troca pelos pneus roubados.
 
Até o momento, seis envolvidos foram capturados pela polícia e dois continuam foragidos. Os presos permanecem na Delegacia da Polícia Civil, em Goianésia.
 
As informações são da Polícia Civil de Goiás.
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   Renato de castro foto bruna aidar 4

Na condição de prefeito de Goianésia há menos de 5 meses, Renato de Castro já foi alvo de uma série de ataques dos seus adversários, que até hoje não aceitaram a derrota nas urnas em outubro passado. Com experiência de quem comandou a prefeitura ao lado de Gilberto Naves, quando foi Vice, o gestor municipal parece não se incomodar com o discurso oposicionista. Ao contrário disso, atua na construção de uma agenda positiva diária, que tem encontrado eco na sociedade. Deve ser isso, inclusive, o que está incomodando tanto os opositores.

Em conversa com a reportagem do Opinião nesta segunda-feira (15), quando organizava a agenda das festividades do aniversário de Goianésia, Renato disse que a oposição precisa descer do palanque eleitoral. "Eu já desci do palanque. Quem quiser continuar falando e discutindo, eu não vou responder. Eu estou com os pés no chão para ver o que posso fazer de melhor pelas pessoas de nossa cidade. Este é o meu objetivo, é para isso que o povo me elegeu, para resolver os graves problemas deixados pelo ex-prefeito", disse ele.

O tom da declaração, como é próprio do atual prefeito da cidade, manteve o alto nível, sem descambar para as grosserias tão comuns no meio político. Renato fez um apelo a todos os políticos goianesienses para que se unam em prol da cidade. "Precisamos de todos para retomar o desenvolvimento e o progresso de Goianésia. Tenho procurado todos os políticos, Governador, Deputados Estaduais e Federais, para que me ajudem a tornar Goianésia uma cidade cada vez mais bonita, feliz e organizada", ressaltou.

É óbvio que a oposição tem o direito de exercer o seu papel fiscalizador e o deve fazer sempre. No entanto, o que se tem visto em Goianésia é uma saraivada de atitudes apressadas cujo intuito claro é confundir a opinião pública, criando factóides. A estratégia pode até causar algum desgaste na imagem de Renato, mas isso, considerando que a gestão ainda está em seu início, deve ser provisório uma vez que o natural é que o prefeito ganhe musculatura com o andamento das ações do seu governo, o que tende a levar a oposição ao descrédito. Foto: Bruna Aidar

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O impacto que as redes sociais têm em nossas vidas trouxe muitas mudanças positivas, porém é preciso ficar atento para os malefícios que o seu uso indevido pode trazer e que, por enquanto, são pouco compreendidos. Psiquiatras e médicos já discutem o vício nas redes e a sua influência no desenvolvimento de depressão em pessoas com predisposição para a doença.

O coordenador do ambulatório do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, Rodrigo Leite, defende a ideia de que as redes sociais, por si só, não levam a quadros de depressão, pois o número de pacientes detectados com a doença seria muito maior, em virtude da quantidade de usuários do mundo virtual.

Ele aponta que pessoas que têm o quadro já consolidado de depressão usam a internet para buscar formas de convívio social, uma vez que são incapazes de buscar essas relações no mundo real. E nesse processo, pessoas que tinham apenas a predisposição, podem acabar desenvolvendo a doença.

O médico psiquiatra do Hospital Israelita Albert Einstein, Elton Kanomata, explica que esse processo é um círculo vicioso e quanto mais a pessoa se refugia nas redes sociais, mais reforça os seus problemas no mundo real: “O perigo é que isso pode se tornar uma bola de neve, deixando a pessoa cada vez mais afastada do convívio social”.

As redes sociais mexem com o nosso instinto do reconhecimento social, aquela sensação boa que você tem quando recebe muitos likes em uma foto que acabou de postar. Mas a interação na internet não gera uma recompensa social real, e isso pode levar a pioras no quadro da doença. “Acabamos caindo nessa pequena armadilha de reconhecimento social que para as espécies dos mamíferos sociais é um estímulo muito esperado”, argumentou Leite.

Como o uso das redes sociais é muito recente, ainda existem poucos estudos e conhecimento sobre o tema. Por isso, não é possível estabelecer quanto tempo diário gasto nas redes pode refletir um quadro de vício. No entanto, na visão do psiquiatra Leite, ao se verificar que uma pessoa deixou de dedicar tempo a atividades em que interagia com amigos e familiares para dedicar muito tempo e esforço ao computador, já deve-se acender o sinal de alerta.

Sendo assim, Elton Kanomata alerta: excesso nunca é bom. Se identificou com os sintomas apresentados na reportagem? Elton ressalta a necessidade de estabelecer um equilíbrio entre todas as atividades da vida: profissionais, físicas, pessoas, virtuais. E “no caso de alguma patologia mental, procurar um profissional da área da saúde para que possa tratar essas patologias que podem ser desencadeadores do uso excessivo das redes sociais”, alertou. (Agência Estado)

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atletico(FOTO: ESTADÃO CONTEÚDO)

O Flamengo não passou de um empate em 0 a 0, nesta quarta-feira (10/5), no estádio do Maracanã, no Rio, na primeira partida contra o Atlético Goianiense, válida pelas oitavas de final da Copa do Brasil.

O jogo de volta será no próximo dia 24, em Goiânia, quando o clube goiano terá que vencer para se classificar. O empate em 0 a 0 leva a decisão para os pênaltis e a igualdade por qualquer outro placar ou a vitória classificam o time carioca.

O jogo foi de poucas emoções. No primeiro tempo, o Flamengo teve muito mais posse de bola que o Atlético Goianiense (67% a 33% ao final dos 45 minutos, mas esse índice chegou a 74% a 26% nos primeiros 15), mas conseguiu chegar poucas vezes ao gol adversário. Com dificuldades para construir jogadas de perigo baseadas na troca de passes, o campeão carioca frequentemente fazia a ligação com o ataque por meio de chutões.

Neste panorama, conseguiu só seis finalizações a gol. Disposto a se defender, o time goiano finalizou ainda menos: três vezes. As duas melhores chances do Flamengo na primeira etapa foram com Leandro Damião, aos 29 minutos, e com Paquetá, aos 44. O goleiro do Atlético Goianiense, Kléver, foi crucial nos dois lances. No primeiro, Rafael Vaz deu um chute para o ataque e Damião tentou aproveitar.

O arqueiro saiu da meta e tinha condições de interromper o lance, mas não alcançou a bola. O atacante rubro-negro só não marcou porque errou o alvo: a bola saiu à esquerda da meta. Aos 44 minutos, a redenção do goleiro: Renê cruzou da esquerda e Paquetá cabeceou forte na direção do gol. Kléver esbanjou reflexo e fez a melhor defesa do jogo. O mesmo Paquetá já havia tentado um lance de efeito aos 17, quando acertou uma bicicleta, defendida sem necessidade pelo goleiro do Atlético Goianiense - o árbitro já havia apontado impedimento.

O clube goiano também teve chances - uma delas em um chute de Everaldo, aos 20 minutos, em que a bola quicou e quase fugiu das mãos de Alex Muralha. No início do segundo tempo parecia que a pressão rubro-negra carioca iria aumentar. Aos 8 minutos, Matheus Sávio cruzou pela esquerda e Rodinei desviou a bola, que bateu na trave e saiu. Três minutos depois, Rafael Vaz cobrou falta no meio do gol e Kléver encaixou. A partir daí, o Atlético Goianiense equilibrou o jogo e o Flamengo não conseguiu mais nenhum lance de grande perigo.

Um dos poucos momentos de vibração da torcida rubro-negra ocorreu com a entrada de Ederson, aos 23 minutos. O meia não jogava desde 3 de julho do ano passado, quando sofreu uma lesão após ser atingido pelo corintiano Fagner em numa partida válida pelo Campeonato Brasileiro.

O time goiano teve algumas chances - uma delas aos 40 minutos, quando, após falha de Cuéllar, Valterson chutou por cima do gol -, mas se garantiu inclusive gastando o tempo com três substituições feitas em sequência, aos 48, 49 e 50 minutos. A partida foi até os 51, sem surpresas, com poucas faltas e sem nenhum cartão. Os próximos jogos dos dois clubes acontecem pela rodada inaugural do Brasileirão.

O Flamengo joga contra o Atlético Mineiro, às 16 horas deste sábado, novamente no Maracanã. O Atlético Goianiense, que reestreia na Série A depois de vencer a Série B em 2016, vai a Curitiba para enfrentar o Coritiba, às 20 horas de segunda-feira. (Agência Estado)

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