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Participantes do Enem 2017 afirmam terem sido "pegos de surpresa" com o tema da redação da edição deste ano do exame. Os estudantes tiveram que escrever sobre os desafios da educação de surdos. Em Belo Horizonte, a estudante Brenda Gabriela Noronha, de 17 anos, foi uma das primeiras participantes do Enem a deixar o prédio de uma faculdade no centro, onde cerca de 2,5 mil estudantes estavam inscritos para prestar o exame.
 
"Não esperava esse tema. Não passou nem perto do que imaginei. Pensei que seria alguma coisa ligada à diversidade sexual", afirmou a estudante. Bianca Hellen Beloni, de 21 anos, também foi nessa linha. "Foi algo muito falado. Tem também o Pablo Vittar, que faz muito sucesso", justificou.
 
Pedro Henrique Ferreira Gonzaga, de 18 anos, também não esperava tema nessa área. Mas imaginou que seria alguma coisa relacionada à política. "Mas acho que deu certo. Falei sobre o fato de empresas preferirem o lucro a investir na capacitação de pessoas que enfrentam esse problema", disse. O candidato Alan Christian da Silva, de 22 anos, que fez a prova em Sorocaba, interior de São Paulo, disse ter ficado surpreso com o tema. Ele só reclamou de o tema ter focado apenas a questão dos surdos em relação à educação, o que o tornou muito específico.
 
"Deviam ter pegado a deficiência em geral e em todos os campos, pois deixaria o debate mais interessante." Aluno de Engenharia, ele faz o Enem para conseguir uma bolsa. "Acho que desenvolvi bem, estou esperançoso", disse. O candidato Leonardo Moraes, de 23 anos, e que faz o Enem pelo segundo ano, disse que o tema estava fora das expectativas. "Achei que seria um tema político ou envolvendo o Oriente Médio, mas não foi difícil."
 
O treineiro Gustavo Bellesi Neto, de 15 anos, também achou o tema bom para quem gosta de escrever. "Embora os surdos sejam uma minoria, acho importante tratar disso. Desperta a consciência para o problema dos deficientes e do espaço que eles precisam ter na sociedade."
 
Rafael Gonçalves, de 23 anos, que busca vaga de Enfermagem em universidade federal, também esperava um tema mais político. "O tema surpreendeu, mas achei fácil de desenvolver." Já a candidata Emilly Munhós de Almeida, de 17 anos, disse que o tema não fugiu ao esperado. "Ficou perto do que a gente achava que ia ser, por isso fui um pouco melhor que no ano passado. Estou esperançosa", disse a jovem, que pretende fazer Fisioterapia.
 
O estudante de Nutrição, Jorge Alan, de 19 anos, optou por não fazer a Redação com o tema desafios do ensino na educação dos surdos no Brasil. "Já não estava muito a fim de fazer a Redação e quando veio este tema difícil foi que optei por não fazer. Estou fazendo o Enem pela quinta vez somente para testar meus conhecimentos", disse, ao sair das provas realizadas no Centro Universitário Estácio do Ceará, em Fortaleza.
 
 
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cantaresGrupo de Cantares e Danças Portuguesas fomenta a cultura e traz mais qualidade de vida à melhor idade.

O Grupo Cultural de Dança e Cantares Portugueses, vinculado à Secretaria Municipal de Assistência Social de Goiânia (SEMAS), apresentou-se nesta terça, 24, no Centro Cultural de Goianésia Berchiolina Rodrigues. O grupo apresentou músicas e danças para o público, entre elas o tiro-liro-liro, e os viras.

O principal objetivo do grupo, que divulga a cultura portuguesa, é estimular sociabilização e promoção social da pessoa idosa. Segundo Eurico Moreira, fundador do grupo, a apresentação em 6 cidades do Estado vai mostrar o trabalho que vem sendo desenvolvido para a melhoria da qualidade de vida da pessoa idosa por meio da música e da dança. 'Na cultura portuguesa, o Grupo de Dança e Cantares Portugueses é o único nesta faixa etária.

Além da SEMAS, o Grupo de Dança e Cantares Portugueses recebe também o apoio Lei Goyazes de Incentivo à Cultura do Governo Estadual e também tem patrocínio da Unitintas.

O Grupo já realizou 300 shows nestes 14 anos, cinco turnês pelo Estado, cinco shows nos estados da Bahia, Ceará, Alagoas, Rio Grande do Norte e São Paulo, além de participar de dois festivais internacionais em Portugal. Possui na bagagem dois CDs, dois DVDs e diversos prêmios conquistados ao longo de 14 anos de história. O grupo também atua em projetos sociais ajudando pessoas em situação de vulnerabilidade social e, quando necessário ajuda os próprios integrantes.
Sobre o Grupo

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O Grupo Dança e Cantares Portugueses foi fundado em 15 de fevereiro de 2003 pelo português Eurico Moreira e sua esposa, a brasileira Lúcia Medeiros. Atualmente, integram a turma 32 homens e mulheres na faixa etária de 60 anos acima. Os integrantes aprendem a dançar e a tocar instrumentos, baseados na música popular portuguesa e do folclore português – viras, chulas, malhões e rusgas – tradicionais danças do folclore do Norte de Portugal. 

Além de Ceres e Goianésia, que ja receberam a apresentação, confira a programação da turnê por mais  4 municípios goianos: 

28 de outubro (20h) – no Cine Pireneus, em Pirenópolis.
06 de novembro (19:30h) – no Teatro Municipal de Anápolis, em Anápolis
17 de novembro (19h) – na Praça dos Quiosques, em Abadiânia
24 de novembro (19h) – Cras Coco Uirapuru , em Uirapuru.

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Vapt

O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), adotou definitivamente a terceirização como política de governo, tanto que a Secretaria de Gestão e Planejamento (Segplan) já concluiu a revisão do edital para a concessão para a iniciativa privada do Vapt Vupt. Quem vencer a licitação terá um contrato com o governo de R$ 4,1 bilhões e que vai durar 20 anos. São 72 unidades do serviço, que juntas atendem 800 mil pessoas por mês. "Além disso, todos os atuais funcionários de todas as unidades do Vapt Vupt serão demitidos", afirma José Nelto (PMDB), deputado estadual que é líder da oposição na Assembleia Legislativa.

Para disfarçar a entrega do serviço, o governo fez algumas exigências no edital (publicado semana passada), como a ampliação para 109 unidades, além de modernizar e reformar as já existentes. "O detalhe é que quem vencer terá longos 36 meses para atender as exigências, ou seja, até lá, a população goiana vai sofrer com um atendimento ruim", pontua Nelto. A demissão dos atuais servidores do Vapt Vupt também é um erro, na avaliação do peemedebista. "Novamente quem vai pagar o pato é o servidor público, o que é lamentável", afirma.

Goiás Real

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Chapa dos sonhos do senador Ronaldo Caiado. Ele para o governo, a senadora Lúcia Vânia (PSB) e o deputado federal João Campos (PRB) para o senador e Daniel Vilela (PMDB) na vice.

“Só falta combinar com os russos”, brinca um peemedebista da linha danielistas.

Bastidores - Jornal Opção

 

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Um dos dois adolescentes mortos no ataque a tiros ao Colégio Goyases, em Goiânia, nesta sexta-feira era amigo do atirador. Essa informação foi dada pelo próprio menino de 14 anos suspeito de fazer os disparos, durante depoimento dado à Delegacia Estadual de Apuração de Atos Infracionais (Depai).

O atirador, que também feriu outros quatro alunos, é filho de um policial militar, identificado como Major Malaquias, e usou uma pistola .40 que estava em casa para realizar a ação. O pai será investigado pela Corregedoria da Polícia Militar de Goiás.

No depoimento, segundo o delegado Luiz Gonzaga Junior, o atirador relatou ter se inspirado nos massacres de Columbine (EUA) e Realengo (Rio) para atacar a escola em Goiânia. “Dessa inspiração nasceu a ideia de matar alguém”, afirmou o delegado.

Ocorrido em abril de 1999, o massacre na Columbine High School, no Colorado, foi considerado um dos ataques a escola mais sangrentos da história dos EUA. Na época, dois alunos com armamento pesado invadiram o colégio e mataram 12 estudantes e um professor. Além disso, deixaram mais 21 pessoas feridas.

Já o de Realengo, na zona sul do Rio, aconteceu em 2011. Um ex-aluno da escola municipal Tasso da Silveira – Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos – invadiu uma sala de aula atirando e matou doze adolescentes.

OUTRAS VÍTIMAS

O tiroteio deixou dois mortos, João Vitor Gomes e João Pedro Calendo, com idades entre 10 e 12 anos. Outros quatro estudantes ficaram feridos – Hyago Marques Barbosa, de 13 anos, Lara Fleury Borges, de 14 anos, Marcela Rocha Macedo, de 13 anos, e Isadora de Morais Santos, de 14 anos. O ataque teria ocorrido por volta das 11h40, cerca de vinte minutos antes do fim das aulas, quando o autor dos disparos teria saído e voltado à classe.

Arquivado em: Brasil

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