Campanha de vacinação contra febre aftosa vai até sábado (30/11)

Os criadores que deixarem de vacinar o rebanho contra aftosa, brucelose e raiva ficam sujeitos a multas de R$ 7,00 por cabeça não vacinada. Aqueles que vacinarem mas não fizerem a declaração da vacinação e do rebanho, serão penalizados com multas de R$ 300,00 por propriedade não declarada.

Brasília – A segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa será encerrada no sábado (30) em 25 unidades da Federação. De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), apenas o Espírito Santo e o Maranhão, além de alguns municípios de Mato Grosso do Sul, terão a campanha prorrogada por 15 dias devido a excesso de chuvas ou queimadas.

Por meio de nota divulgada pelo Mapa, a auditora fiscal federal agropecuária da Divisão de Febre Aftosa, Alba Said, informou que a segunda etapa está transcorrendo “dentro das expectativas”, e que segundo os dados já obtidos, a cobertura vacinal deve ficar acima de 98%.
 
Ainda segundo o Mapa, a aplicação da vacina, a nota fiscal de compra e a declaração de vacinação são necessárias para a comercialização de produtos como carne e leite e para a emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA), documento que autoriza o produtor a circular com seus animais.
 
“A declaração de vacinação e a nota de compra do produto devem ser entregues no Serviço Veterinário Oficial do Estado”, diz a nota.
 
Segundo o Mapa, a vacinação garante a erradicação e a prevenção da doença no Brasil e, em termos comerciais, evita que a doença sirva de justificativa para o fechamento de mercados para a carne brasileira.
 
Os criadores que deixarem de vacinar o rebanho contra aftosa, brucelose e raiva ficam sujeitos a multas de R$ 7,00 por cabeça não vacinada. Aqueles que vacinarem mas não fizerem a declaração da vacinação e do rebanho, serão penalizados com multas de R$ 300,00 por propriedade não declarada.
 
Aftosa
A febre aftosa é uma doença viral altamente contagiosa por meio do contato de objetos ou pessoas com a saliva, o líquido das aftas, o leite e as fezes de animais contaminados. Pode afetar bovinos, búfalos, caprinos, ovinos, suínos e animais silvestres com casco fendido (duas unhas). Raramente é transmitida para humanos.
 
Animais infectados apresentam febre, aftas na boca, nas tetas e entre as unhas. Caso esses sintomas sejam identificados é fundamental que o animal seja isolado e, de imediato, se contate o serviço veterinário oficial. Caso se confirme a doença, o animal terá de ser sacrificado. (Agência Brasil) 
 
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