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Após a derrota de Jalles Fontoura para Renato de Castro, na eleição passada em Goianésia, onde realizou uma administração desastrosa, Jalles insiste em continuar na política e conviver diariamente com um dilema: ser vaiado ou desprezado; ser apupado ou ignorado.

E foi o que aconteceu em recente evento realizado em Goianésia, dia 07, para entrega de Cheques Moradias, com a presença do Governador Marconi Perillo, Prefeito Renato de Castro, deputados, vereadores e, na maioria, correligionários do PSDB. Jalles foi ao evento e não foi vaiado, mas, desprezado e ignorado pela multidão.

Seu nome foi anunciado. Nenhuma manifestação. Nem vaia, nem aplauso. Foi como se tivesse dado a hora. Os nomes dos demais políticos foram anunciados: palmas. Palmas de pé. Inclusive para o prefeito Renato de Castro e o ex-prefeito Otavinho. O contraste foi humilhante para Jalles. Foi um silêncio gritante, inclusive foi notório no rosto de Jalles, o constragimento no momento que foi anunciado seu irmão Otavinho.

O goianesiense parece ter compreendido que Jalles Fontoura representa o passado, muito obscuro para o Goianésia. Parafraseando o Reverendo Martin Luther King, iremos lembrar de parte da frase que ele usou em seu discurso em Atlanta quando disse: “Os bons estão calados (…)”. Há quem não queira calar!”.

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