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A Secretaria Municipal de Educação informa aos pais dos alunos da rede pública do município, que não comprem material escolar, isso porque, a Prefeitura de Goianésia entregará a partir do 22 de Janeiro, mais de 7 mil kits contendo todos os materiais escolares. A entrega contemplará os estudantes do Jardim I e II e ainda os alunos do Ensino Fundamental do 1º ao 5º ano.

Os materiais que serão entregues aos alunos do Jardim I e II contém: 1 mochila, 2 cadernos de desenho, 1 agenda escolar, 2 caixas de massa de modelar, 2 caixas de lápis de cor, 1 caixa de pincel colorido, 1 caixa de giz de cera, 1 caixa de tinta, 3 lápis de escrever, 2 borrachas, 2 apontadores, 1 tesoura e 1 pincel para pintura.

Os materiais que serão entregues aos alunos do Ensino Fundamental contém: 1 mochila, 4 cadernos com pautas, 1 caderno para desenho, 1 régua, 1 tesoura, 1 cola, 2 apontadores, 2 borrachas, 1 caixa de lápis de cor, 1 caixa de pincel colorido e 1 caixa de giz de cera.

“Investir na educação é a certeza de um futuro melhor, e o Prefeito Renato de Castro sensível a isso e não tem medido esforços quando o assunto é a educação. A entrega desses materiais escolares é o resultado de uma gestão compromissada com cada goianesiense, e sem dúvida nenhuma, esse benefício chega num momento muito oportuno para milhares de famílias do município”, salientou Gislene Fonseca, Secretária Municipal de Educação.

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Estão abertas as matrículas para novos alunos no programa PETI

A Prefeitura de Goianésia por meio da Secretaria Municipal de Promoção Social informa que o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) está com as matrículas abertas para novos alunos. As inscrições podem ser realizadas até 19 de Janeiro para novas matrículas e renovações.

Para a matrícula de novatos é necessário portar a xérox dos seguintes documentos pessoais: RG (responsáveis), certidão de nascimento, cartão do SUS, comprovante de endereço, número do NIS e declaração escolar. Para a renovação de matrículas, basta entregar a declaração escolar e o comprovante de endereço atualizado.

De acordo com a Coordenadora do PETI, Cirlene Rosa, o programa oferece 160 vagas, sendo 80 vagas para o matutino e 80 para o vespertino. “Esta é uma excelente oportunidade para os adolescentes. Muitos alunos que participaram do PETI hoje se tornaram cidadãos de sucesso, e sem dúvida nenhuma, outros grandes talentos serão descobertos”, explicou a coordenadora.

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 niquelandiaNiquelândia vai receber uma planta para exploração de Níquel e Cobalto.

A Brazil Minerals Energy prepara investimento em duas plantas para a produção de Níquel e Cobalto, em Niquelândia e Americano do Brasil.

Goiás deve receber novos investimentos no setor de mineração em breve. A Brazil Minerals Energy (BEM), empresa sediada em Goiânia e com unidade na Ilhas Virgens Britânicas, vai investir em duas plantas para produção de níquel e cobalto nos municípios de Americano do Brasil e Niquelândia. A empresa captou US$ 150 milhões, quase R$ 500 milhões, com um dos maiores fundos de private equity da Rússia e também investirá em outros Estados, como Bahia, Minas Gerais e Paraíba. Dos recursos já captados, cerca de um terço, ou US$ 50 milhões, devem ser investidos em Goiás.

A empresa já possui 65 áreas em prospecção, sendo 16 já confirmadas, em Minas Gerais, Paraíba, Bahia e Goiás, onde os investimentos devem se concentrar em Americano do Brasil e Niquelândia. O diretor administrativo e financeiro da BEM, Dov Gilvanci Levi Najman de Sousa, que representa a acionista Zahav Investiments Limited em associação com a Lithium Technologies, informa que a empresa tem participado de roadshows na Europa e Ásia para apresentar o projeto e ampliar a captação. Segundo ele, o processo de captação de recursos levou cerca de três anos. “O fundo já investe em mineração há quase 50 anos, com investimentos em países como a Rússia, Austrália, Zimbabue e China”, destaca.

Segundo ele, Goiás chamou a atenção dos investidores pelo grande volume de recursos minerais, principalmente níquel e cobalto, depois que missões comerciais do governo do Estado apresentaram o potencial mineral da região. O investimento vem em boa hora para Niquelândia, pois o município foi economicamente muito prejudicado com a paralisação das atividades da Votorantim, em virtude da crise financeira e da queda dos preços do níquel no mercado internacional.

Os investimentos em Goiás já começam em fevereiro do próximo ano. A empresa ainda não revelou detalhes dos projetos em Goiás, mas estaria negociando a aquisição de uma planta industrial já pronta de uma empresa que está em recuperação judicial em um dos dois municípios. Assim, as instalações demandariam apenas algumas adequações para começarem a produzir já no fim do próximo ano. A planta que ainda será construída deve começar a operar em 2019.

Dov Gilvanci informa que o faturamento projetado pela empresa no País já em 2019 é de cerca de US$ 270 milhões anuais, sendo US$ 80 milhões em Goiás. Por ser uma planta bastante automatizada, a expectativa inicial é gerar 150 empregos diretos nos dois municípios. O executivo ressalta que os investidos também já estão de olho em outras empresas de Goiás que estão em dificuldades para possíveis aquisições ou arrendamentos. Além de investir em Goiás, a companhia também pretende expandir para Argentina, Chile e Bolívia.

Lítio para baterias

Os minerais extraídos em Goiás serão usados para a produção de lítio, um importante componente para produção de baterias. A companhia russa já tem contratos de 15 anos firmados com companhias como a Apple, Tesla, Toyota, Samsung e Mitsubishi, pois a demanda mundial é crescente, especialmente para produção de carros elétricos. Vale lembrar que a tonelada do lítio já está cotada em cerca de US$ 25 mil.

A BEM já possui mais de 30 mil hectares de áreas mineráveis de lítio no Brasil. “O níquel e o cobalto são nosso foco em Goiás, mas estamos iniciando um trabalho de mapeamento dos minerais de lítio no Estado e acreditamos encontrar boas jazidas de grafite flake, um tipo muito especial de grafite que usamos para processamento de grafite esférico”, conta Dov Gilvanci.

Segundo ele, o mundo não via o potencial do Brasil como grande produtor porque não havia tecnologia para a exploração do lítio, mesmo contando com grandes reservas em Minas Gerais, Paraíba, Sul da Bahia, Tocantins e Ceará. Além disso, captar recursos competitivos para projetos de tecnologia para longo prazo no País é muito difícil. “Não adianta uma empresa brasileira se aventurar na mineração em buscar capital externo que tem prazo longo e juros competitivos, que precisam ser de, no máximo, 4% ao ano para um projeto desta magnitude".

Porém, o governo federal já estaria se despertando para o potencial do lítio, que pode ser um mineral estratégico para o país, que pode vir a se tornar um grande player global. Segundo Dov Gilvanci, o grande diferencial deste investimento é não precisar de nada do governo, a não ser da parte regulatória, como as licenças ambientais.

Fonte: O Popular

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Uma ponte de 190 metros entre Ceres e o município de Nova Glória, próximo ao distrito de Jardim Paulista está sob risco de desabar. O local deverá ser interditado pelo DNIT, em função de rachaduras que ameaçam toda a estrutura. Motoristas estão assustados com os tremores na ponte, moradores da região gravaram um vídeo denunciado a precariedade.

A empresa terceirizada que presta serviço para o DNIT realizou um trabalho paliativo no local, mas insuficiente para afastar os perigos.  Mais uma medida paliativa será tomada, com a colocação de quebra-molas dos lados da ponte e a interdição de um dos lados da pista.

A ponte sobre o Rio das Almas foi construída na década de 60 e nunca passou por uma manutenção. Engenheiros do DNIT estiveram no local e responsabilizaram a antiga concessionária pelo problema, a Galvão Engenharia.

ponte2Ponte com mais 40 anos está quebrada e balançando com a passagem dos carros.

O fluxo de veículos pesados passando por Goianésia aumentará nos próximos dias, uma vez que o DNIT estabeleceu a passagens de veículos  pela ponte com até 45 toneladas. Uma placa foi colocada no trevo para Goianésia na BR-153 com a GO-080, avisando da condição da ponte e o limite de peso.

Os engenheiros do DNIT dizem que a recuperação da ponte deverá começar em regime de emergência, com o início das obras em no máximo 30 dias. A Galvão Engenharia não se manifestou sobre a responsabilização pela falta de manutenção da ponte nos últimos anos.

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comércio eletrônico
Brasília - Nova regulamentação para o comércio eletrônico no Brasil entrou em vigor nesta semana, por meio da Lei 13.543, com exigências para a venda de produtos online. De acordo com a norma, os preços devem ser colocados à vista no site, de maneira ostensiva,ao lado da imagem do produto ou descrição do serviço. Além disso, as letras devem ser grandes e legíveis.
A norma inclui as exigências na Lei 10.962, de 2004, que disciplina as formas de afixação de preço de comerciantes e prestadores de serviços. Entre as obrigações gerais de empresas estão a cobrança de valor menor se houver anúncio de dois preços diferentes e a necessidade de informar de maneira clara ao consumidor eventuais descontos.
Trata-se de um detalhamento do Código de Defesa do Consumidor (Lei No 8078, de 1990), que também versa sobre requisitos a serem seguidos pelos vendedores, como a disponibilização de informações corretas e claras quanto aos produtos, incluindo preço e características.
Benefícios
O Ministério da Justiça argumenta que a lei será um importante instrumento para facilitar a busca de informações pelos consumidores nesse tipo de comércio. “Hoje em dia temos dificuldade em conseguir informações, porque há produtos sem preço em sites ou plataformas. Isso já era vedado pelo Código de Defesa do Consumidor e essa lei veio para deixar essas obrigações mais claras, garantindo o direito à informação de quem compra”, afirmou Ana Carolina Caram, diretora do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor do MJ.
Na avaliação da supervisora do Procon de São Paulo, Patrícia Alvares Dias, a Lei é positiva. “Os consumidores estão tendo dificuldade porque em sites de comércio eletrônico em geral há as características do produto, mas dados sobre o preço não são apresentados com tanto destaque”, comenta.
Expansão
Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABCOMM), 25,5 milhões de pessoas fizeram compras pela Internet no primeiro semestre de 2017. Apesar do número representativo, a entidade registra que as transações são concentradas nos dois principais centros urbanos do país: São Paulo foi responsável por 35,5% das vendas e o Rio de Janeiro, por 27,6%.
De acordo com a consultoria Ebit, o comércio eletrônico no Brasil no primeiro semestre de 2017 teve crescimento de 7,5% em comparação com o mesmo período no ano anterior, com um faturamento total de R$ 21 bilhões.
Reclamações
O consumidor que se deparar com uma situação em que o preço não está apresentado de maneira clara e em destaque, ou que a fonte seja menor do que o tamanho 12, deve acionar órgãos de proteção e defesa como os Procons, o Ministério Público e a Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça. Os sites que estiverem violando as previsões da Lei podem ser multados ou até suspensos. (Agência Brasil)
 

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