Marconi Perillo compara política de Caiado com o nazista Joseph Goebbels

O ex-governador de Goiás, Marconi Perillo e o atual, Ronaldo Caiado, se criticam mutuamente, desde as eleições de 2018, que pôs fim à era  de 20 anos no poder do PSDB no Estado. O ex-governador de Goiás, Marconi Perillo e o atual, Ronaldo Caiado, se criticam mutuamente, desde as eleições de 2018, que pôs fim à era do PSDB no Estado.

O ex-governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), afirmou em publicação que a Operação Sofisma, deflagrada na manhã desta quinta-feira (23), é “censura” e comparou a política do governo de Ronaldo Caiado (DEM) com a adotada por Joseph Goebbels – mentor da comunicação de Adolf Hittler no nazismo alemão.

Em nota enviada à imprensa, Marconi ainda completou que o objetivo da operação é “perseguir a imprensa livre e repetir mentiras, infinitas vezes, para tentar transformá-las em verdades”. E ainda alegou estranhar o fato de a operação “se restringir unicamente a três veículos de comunicação, que juntos somam mais de 4 milhões de acessos mensais em seus sites e têm em comum linha editoral independente e combativa, que aponta os erros do atual governo.”

A Operação Sofisma investiga fraudes e superfaturamentos em contratos entre a Agência Brasil Central (ABC) e Departamento de Trânsito de Goiás (Detran) com sites e blogs. Segundo a Polícia Civil (PC), os crimes foram cometidos entre 2014 e 2017 e os beneficiados se propuseram a falar bem da gestão passada e criticar os adversários. Juntas, as partes podem ter provocado um prejuízo superior a R$ 2,5 milhões aos cofres públicos.

O ex-governador ainda afirmou ainda que “[…] essa ação policial de hoje tem nome: Operação Censura. É a verdadeira face de um governo ineficiente e inoperante, que não aceita lidar e conviver com os princípios democráticos da crítica e do contraditório, e que se mostra cada dia mais próximo da política adotada por Joseph Goebbels, o mentor da comunicação do governo de Adolf Hitler […].”

Confira a nota na íntegra do ex-governador:

Nota

"Causa profunda estranheza o fato de a operação policial em questão se restringir unicamente a três veículos de comunicação, que juntos somam mais de 4 milhões de acessos mensais em seus sites e têm em comum linha editoral independente e combativa, que aponta os erros do atual governo.

A pergunta que fica é: Por que não investigam todos os outros órgãos de imprensa que também receberam mídias do governo anterior? As contratações dos espaços publicitários nesses veículos foram realizadas abosulamente de acordo com a legislação, respaldadas em licitação. As agências tinham autonomia para, com base em audiência e público, definir a veiculação das campanhas de prestação de contas do governo.

Essa ação policial de hoje tem nome: Operação Censura. É a verdadeira face de um governo ineficiente e inoperante, que não aceita lidar e conviver com os princípios democráticos da crítica e do contraditório, e que se mostra cada dia mais próximo da política adotada por Joseph Goebbels, o mentor da comunicação do governo de Adolf Hitler: perseguir a imprensa livre e repetir mentiras, infinitas vezes, para tentar transformá-las em verdades."

Assessoria do ex-governador Marconi Perillo

O Estado de Goiás se pronunciou por meio de nota assinada pelo secretário de segurança pública, Rodney Miranda. Confira o documento na íntegra:

 

Nota Resposta – Operação Sofisma

"Causa estranheza o nível de preocupação do ex-governador Marconi Perillo, por meio de sua assessoria especial, com as operações policiais que estão ocorrendo no Estado de Goiás.

Isso demonstra que o fato das polícias terem total autonomia para investigar a roubalheira disseminada incomoda Marconi, que tem 32 processos por improbidade administrativa e 4 criminais nas costas. Por que esse grau todo de preocupação do ex-governador? Esses esquemas investigados tinham alguma orientação superior?

Parece que o título de bacharel em direito conquistado por Marconi, não proporcionou a ele o mínimo de conhecimento jurídico. Ele deveria saber que uma operação da polícia não se faz pela vontade de A ou de B, mas sim com provas e documentos que são levantados e analisados pelo Poder Judiciário. E daí são dadas as autorizações para cumprimento de mandados, apreensões, ouvir suspeitos e efetuar prisões.

É verdade que Marconi se notabilizou por interferir nas ações das polícias e não deixava que elas cumprissem o seu papel. Perseguia quem pensava diferente dele. Mas esse tempo acabou. As polícias têm autonomia. A Justiça cumpre o seu papel, autorizando ou não as ações. Instituições democráticas não existem pra servir a governantes, mas sim a população de Goiás. Mas Marconi, que se achava dono das instituições, revela-se um autêntico Rábula do Cerrado.

Por fim, causa estranheza maior ainda o fato de o ex-governador ter posto em cheque a credibilidade de todos os veículos de imprensa, tentando colocar em um só balaio o jornalismo sério do Estado de Goiás, e os sites e blogs ora investigados por superfaturamento de contratos de publicidade em suas gestões.

Típico de alguém que se tornou um notório perseguidor de jornalistas. Este é o conceito que tem da imprensa goiana, ex-governador? Então, o guarde para si"

Rodney Miranda – Secretário de Segurança Pública do Estado de Goiás

 

 

 
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Goianésia terá Feira Turística de Artes e Artesanato

Inicia em fevereiro em Goianésia, a FTARTES, Feira Turística de Artes e Artesanato de Goianésia. A iniciativa é fruto da parceria da Associação dos Artesãos de Goianésia (ARTEGO) e Secretarias de Cultura e Desenvolvimento Econômico e Social. 
 
O objetivo maior é mostrar e valorizar os trabalhos produzidos pelos artesãos, incentivando e apoiando ações de geração de renda. Na ocasião, diversos artesãos e artistas do Município apresentarão uma variedade de produtos artesanais que estarão à venda para o público.
 
A ação garante que a população compre produtos com boa qualidade a preços justos. A feira é uma ótima oportunidade para o artesão expor seus trabalhos de forma segura e organizada, com o suporte do poder público.
 
Além dos artesanatos, os visitantes apreciarão uma variedade gastronômica, com alimentos doces e salgados.
 
A feira também contará com shows de artistas locais e regionais, fazendo do espaço um local perfeito para as famílias do município e turistas que visitam a cidade.
 
As inscrições estão sendo feitas no Feirão do Novo Aurora, até o dia 31 de janeiro, com taxa de R$ 20,00. 

 
 
 
 
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Goiano nota 1000 no Enem escreveu uma redação por semana em 2019

Augusto Scapini escreveu uma redação por semana ao longo de 2019, orientado por quatro professores. (Foto: Reprodução / André Macêdo "Stuart")

Um estudante de Goiânia conseguiu atingir a nota máxima na prova de redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2019. Augusto Fernandes Scapini, de 17 anos, foi um dos 53 participantes que fizeram mil pontos na prova. O resultado foi divulgado na última sexta-feira (17). Em 2019, o estudante escreveu uma redação por semana, orientado por quatro professores.

O talento dele para a escrita, entretanto, já foi percebido no 1º ano do Ensino Médio, quando se matriculou no Colégio Visão. Seu primeiro texto lá, intitulado “Quase, não é lá”, recebeu nota máxima.

Quando fez a prova, Augusto era estudante do 3º ano do Ensino Médio no Colégio Visão. André Macedo “Stuart”, professor da instituição, afirmou que vários colegas do estudante também tiraram notas altas na prova de redação. “Tivemos um grande número de notas entre 920 e 980, repetindo o ano de 2019, quando o Visão ficou em 1º Lugar na Redação Enem no Estado de Goiás”, disse André.

A redação

O tema da redação do Enem em 2019, “Democratização do acesso ao cinema no Brasil”, pegou o estudante de surpresa.  “Não era o que a gente esperava. Estava esperando uma coisa de magnitude nacional, de meio ambiente”.

Augusto escolheu os cursos de Relações Internacionais como primeira opção e Economia como segunda. O sonho do jovem é trabalhar na Organização das Nações Unidas (ONU), desejo que surgiu depois de participar de uma simulação.

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Laboratórios Medley e Aché iniciam o recolhimento de lotes de remédios à base de ranitidina

Ao menos duas farmacêuticas iniciaram o recolhimento de alguns lotes de medicamentos usados no tratamento de úlcera gástrica por conta de uma possível contaminação com substância de potencial cancerígeno.

Nesta segunda-feira (20), a Medley anunciou o recall de lotes de remédios a base de cloridrato de ranitidina, que podem estar contaminados com N-nitrosodimetilamina (NDMA). Em dezembro do ano passado, a Aché suspendeu a comercialização e a fabricação de medicamentos com este composto.

Em uma nota publicada no dia 14 de janeiro, o a Anvisa recomenda “fortemente” que as empresas com registro de produtos que contêm substâncias ativas, sintetizadas quimicamente, reavaliem os métodos de processamento desses ingredientes.

De acordo com a agência, os pacientes que já começaram o tratamento com o uso da substância podem continuar a medicação. Os riscos, segundo a Anvisa, são mínimos e a medida foi tomada de forma preventiva.

O que vai ser recolhido?

Foi anunciado o recolhimento de medicamentos de dois laboratórios brasileiros. A Medley, unidade de negócios de genéricos no Brasil do laboratório francês Sanofi, faz o recolhimento voluntário de Ranitidina 150 mg e 300 mg. 

A empresa recomendou que os pacientes entrem em contato com o SAC da empresa pelo telefone 0800 729 8000 de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h.

Já o Aché Laboratórios Farmacêuticos disse em nota que o recolhimento dos medicamentos Label comprimidos, Label xarope e os genéricos de cloridrato de ranitidina foi protocolado na Anvisa em dezembro do ano passado.

A empresa disse que segue as solicitações da agência e que acompanha as discussões sobre os riscos da NDMA. A farmacêutica reforçou que os pacientes com estes medicamentos devem entrar em contato com a central de atendimento no telefone 0800-701-6900 ou pelo e-mail This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it..

Com informações do G1 e Anvisa

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Na estreia do Goianão, Goianésia empata com o Crac, em Catalão

Jogando pela 1ª rodada da competição, o Azulão do Vale empatou diante do Crac, em Catalão.

O Azulão do Vale estreou no Campeonato Goiano de 2020 nesta quarta-feira, 22, jogando contra o Crac, em Catalão.

O jogo terminou empatado em 0 X 0.

O Goianésia volta a jogar no domingo, 26, em casa contra o Anápolis. 

Os ingresso serão vendidos a R$ 20,00. 

CRAC 0 X 0 GOIANÉSIA

Público: 1.589 

Renda: R$ 26.080,00

Escalação: Thiago Santos; Lucas; Waldson (Rodolfo), Márcio Luiz e Cleidson (Léo Carvalho); Everton Boka, Iran (C) e Wiliam Kozlowski; Elias (Capixaba), Rodriguinho e Édipo.

Técnico: Ito Roque

 

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Consumidor pode consultar celulares pré-pagos ligados ao seu CPF

Desde a última segunda-feira, (22/1), todos os consumidores podem consultar no portal https://cadastropre.com.br/#/ a existência de celulares pré-pagos no seu CPF, em cada uma das prestadoras: Algar, Claro, Oi, Sercomtel, TIM e Vivo. 

A solução foi apresentada pelas empresas no Plano de Ação Setorial e aprovada pela Anatel no âmbito do Projeto Cadastro Pré-Pago.

A medida vai possibilitar que o consumidor verifique se há alguma linha estranha ao seu conhecimento vinculada à prestadora e, sendo o caso, que possa solicitar o seu cancelamento. Hoje, no Brasil, há cerca de 135 milhões de celulares pré-pagos e, destes, 3 acessos a cada 1000 apresentam inconsistências cadastrais.

O pedido de cancelamento do consumidor deverá ser atendido em até 24 horas, caso a solicitação seja executada por meio de atendente, e até 48 horas se solicitada automaticamente (no call center ou portal da prestadora, sem a intervenção humana).

Na área de Perguntas Frequentes do portal estão relacionadas respostas às principais dúvidas sobre os serviços, além da lista com os endereços eletrônicos e as centrais de atendimento das prestadoras para contato, em caso de solicitações de cancelamento de linha indevidamente vinculada ao CPF.

Eventualmente, as prestadoras poderão entrar em contato com os detentores de linhas sem titularidade reconhecida para solicitar a atualização cadastral, sob pena de cancelamento das mesmas.

Fonte: Anatel

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