Otávio Lage Filho diz que setor produtivo não aceitará rótulo de vilão

(FOTO: ADRIANA MARINELLI)
Goiânia - O presidente da Adial Goiás, Otávio Lage Filho, divulgou uma nota à imprensa para defender o setor produtivo e suas entidades representativas. No texto, diz que há uma estratégia para rotular as indústrias em Goiás como vilãs do progresso do Estado. "É algo que não aceitamos", pontuou. 
 
Segundo Otávio Lage Filho, o setor produtivo goiano fechou um acordo com o governador Ronaldo Caiado a respeito de uma taxa de 15% sobre os incentivos fiscais das empresas para o fundo Protege, o que representa em torno de R$ 800 milhões ao ano. No entanto, levanta dúvidas sobre a destinação correta da arrecadação. "Não temos dados públicos que comprovem que estes recursos foram aplicados pelo Estado, na sua integralidade, nos programas sociais".
 
O posicionamento é uma resposta às recentes declarações do governador Ronaldo Caiado a respeito do alerta feito por empresários e trabalhadores quanto à prorrogação do Fundo Protege e à substituição do Fomentar e Produzir pelo ProGoiás.
 
Fonte: A Redação
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CNBB emite nota sobre o desrespeito à fé cristã

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou nota dia 12 de dezembro, na qual critica a postura de artistas que, em nome da liberdade de expressão, vilipendiam símbolos sagrados da fé cristã. “Ridicularizar a crença de um grupo, seja ele qual for, além de constituir ilícito previsto na legislação penal, significa desrespeitar todas as pessoas, ferindo a busca por uma sociedade efetivamente democrática, que valoriza todos os seus cidadãos”, diz o texto. Confira abaixo a íntegra do documento.

Nota ofical da CNBB
sobre o desrespeito à fé cristã

Examinai tudo e ficai com o que é bom! (1 Ts 5,21)

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) repudia recentes fatos que, em nome da liberdade de expressão e da criatividade artística, agridem profundamente a fé cristã. Ridicularizar a crença de um grupo, seja ele qual for, além de constituir ilícito previsto na legislação penal, significa desrespeitar todas as pessoas, ferindo a busca por uma sociedade efetivamente democrática, que valoriza todos os seus cidadãos.

A Igreja nunca deixou de promover a arte e a liberdade de expressão. Por isso, a CNBB reitera que toda produção artística respeite “os sentimentos de um povo ou de grupos que vivem valores, muitas vezes, revestidos de uma sacralidade inviolável”. Quando há desrespeito em produções midiáticas, os meios de comunicação tornam-se violentos, verdadeiras armas que contribuem para ridicularizar e matar os valores mais profundos de um povo.

Vivemos em uma sociedade pluralista. Nem todos têm as mesmas crenças. Devemos, no entanto, como exigência ética e democrática, respeitar todas as pessoas. Nada permite a quem quer que seja o direito de vilipendiar crenças, atingindo vidas. O direito à liberdade de expressão não anula o respeito às pessoas e aos seus valores.

Neste tempo de Advento, somos convocados a permanecer firmes na fé, constantes na esperança e assíduos na caridade. Não podemos nos deixar conduzir por atitudes de quem, utilizando a inteligência recebida de Deus, agride esse mesmo Deus. Um dia, haveremos de prestar contas de todos os nossos atos.

Diante, pois, dessas agressões, respeitando a autonomia de cada pessoa a reagir conforme sua consciência, a CNBB clama a todos os cidadãos brasileiros a se unirem por um país com mais justiça, paz, respeito e fraternidade.

Brasília-DF, 12 de dezembro de 2019
Festa de Nossa Senhora de Guadalupe

Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte – MG
Presidente da CNBB

Dom Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre – RS
1º Vice-Presidente da CNBB

Dom Mário Antônio da Silva
Bispo de Roraima – RR
2º Vice-Presidente da CNBB

Dom Joel Portella Amado
Bispo Auxiliar de S. Sebastião do Rio de Janeiro – RJ
Secretário-Geral da CNBB

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Cerrado registra menor desmatamento da série histórica, mas patamar ainda é alto

Brasília - O desmate do Cerrado neste ano foi o menor registrado desde o início da série histórica, em 2000, embora se mantenha ainda em patamar muito alto. Os dados são do Projeto de Monitoramento do Desmatamento (Prodes), divulgados nesta segunda-feira (16/12) pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

A destruição nas áreas protegidas, no entanto, aumentou 15%. Ao todo, entre agosto de 2018 e julho de 2019, foram desmatados 6.484 quilômetros quadrados - redução de 2,26% em relação ao período anterior. Ainda assim, segundo especialistas, a área corresponde a quatro vezes o tamanho da cidade de São Paulo.

Para o WWF-Brasil, o Cerrado vive tragédia silenciosa e está em risco de extinção. Os números mostram que a quantidade de vegetação nativa retirada nas unidades de conservação cresceu. De agosto de 2018 a julho de 2019, foram desmatados 517,3 quilômetros quadrados de mata protegida.

A área do Cerrado abrange os Estados de Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas, Bahia, Maranhão, Piauí, Rondônia, Paraná e São Paulo, além do Distrito Federal. O Tocantins foi o Estado que mais desmatou, seguido de Maranhão e Bahia. "O que a gente percebe é que o desmatamento é extremamente concentrado nesses três Estados, a nova fronteira agrícola brasileira, que é onde ainda tem Cerrado para ser desmatado", afirmou Claudio Almeida, do Inpe, um dos coordenadores do Prodes.

O desmatamento, ainda segundo Almeida, está abaixo da meta estabelecida pelo governo, de 9,5 mil quilômetros quadrados. "Estamos cumprindo a meta, mas, obviamente, o ideal seria conseguir impedir qualquer desmatamento ilegal", disse. "Sabemos que pelo menos 10% desse desmatamento é ilegal porque foi feito em áreas de conservação." Procurado para comentar os dados, o Ministério do Meio Ambiente não se manifestou. (Agência Estado)

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Além de feridos, cães encontrados em rinha em SP eram assados

Pitbull ferido em rinha recebe cuidados em ONG após ser resgatado em sítio Reprodução / Instituto Luisa Mell

Os 21 pitbulls resgatados de um sítio onde ocorria uma rinha internacional de cães em Mairiporã, na Grande São Paulo, estão feridos e recebem cuidados em três ONGs (Organização Não-Governamental): “Instituto Luisa Mell”, "Encontrei um Amigo" e "Pits Ales". Quarenta e uma pessoas foram presas, entre elas um policial militar, um médico (de Goiás) e um veterinário.

No local, a polícia encontrou dois animais mortos e um outro, que estava bastante ferido e duelava na arena, morreu após ser resgatado. Segundo o delegado Matheus Laiola, os pitbulls foram flagrados em confronto numa arena improvisada: "encontramos um cenário de duelo, cachorro brigando, cachorro já morto, outros machucados, inclusive animal assado. Eles comiam e davam para outros animais comerem".

As ONGs foram chamadas durante a madrugada para prestar atendimento e auxiliar na remoção dos animais. A ativista Luisa Mell afirmou que "foi uma das piores coisas que já presenciei, davam a carcaça dos mortos para eles comerem. Um cenário horroroso. E olha que estou acostumada, infelizmente. Eles foram mortos de tanto lutar para satisfazer o prazer destes doentes. Era uma coisa muito pavorosa".

A veterinária Marina Passadore revelou que alguns cães têm escoriações, mas cinco estão em estado grave. Um deles corre risco de vida. "Encontraram testosterona que aplicavam nos machos para estimular e aumentar a agressividade. Eles são muito bonzinhos com seres humanos, não morderam ninguém, todo mundo pegou no colo. Mas não deu para colocar um perto do outro que eles se pegam como se fosse a rinha ", contou a veterinária da ONG.

Depois de receber os cuidados médicos, os pitbulls vão ter ainda de passar por exames, castração e só então será possível analisar se eles estão prontos para a reinserção e convívio com o ser humano.

Churrasco de carne de cachorro era servido na rinha, de acordom com a Polícia Civil — Foto: Polícia Civil do Paraná/DivulgaçãoFonte: R7

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Veja dicas para organizar suas finanças neste fim de ano

Com a chega da primeira parcela do 13º salário muitas pessoas já se preparam para os gastos do fim de ano, mas alguns cuidados devem ser tomados. Hoje, cerca de 45% dos brasileiros não controlam as próprias finanças, o que deixa muitas pessoas no vermelho no início de todo ano. Os dados são da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), e mostra que o percentual sobe para 48% entre as pessoas das classes C/D/E e para 51% entre os homens.

Esses números são um reflexo de uma educação financeira mal estruturada no país, segundo a coordenadora do curso de Ciências Contábeis da Estácio de Goiás, Johelma Cristhina. “A educação financeira no Brasil não é uma preocupação principal. Consequentemente durante a vida as pessoas não se preocupam com os gastos, principalmente com os de menor valor”, afirma.
 
Johelma comenta que durante o fim de ano as pessoas se preocupam menos com as finanças, exatamente por conta do 13º salário. “Erroneamente quando o indivíduo pega a primeira parcela, ele se preocupa com os gastos de fim de ano, como Natal e Ano Novo. É muito normal as pessoas comprarem por impulso nessa época e entrarem o próximo ano com dívidas”, alerta a professora da Estácio.
 
A especialista complementa que o início do ano é uma época de muitos gastos. “A maioria das pessoas esquecem das despesas neste período, como IPTU, IPVA, matrícula de escola, entre outras. Isso acaba acumulando com as dívidas anteriores, virando uma bola de neve. Além disso, a segunda parcela do 13º recebe alguns descontos, então ela vem com um valor inferior a primeira parcela”, adianta Johelma.
 
Por isso, o bom e velho planejamento é fundamental. Johelma conta que é importante planejar os gastos durante esse período e também o ano todo. “Devemos planejar todas as despesas, seja no fim do ano ou durante ele. Com o planejamento, as pessoas conseguem poupar mais dinheiro e assim alcançar mais seus objetivos”, afirma.
 
Pensando nisso, a coordenadora do curso de Ciências Contábeis da Faculdade Estácio preparou algumas dicas para gerenciar a renda do fim do ano:
 
1 – Faça um planejamento com a sua renda;
 
2 – Estabeleça metas a curto e longo prazo;
 
3 – Não faça gastos maiores do que a sua renda;
 
4 – Anote todas as despesas, até mesmo as menores, seja em planilha do excel ou aplicativos;
 
5 – Planeje as compras de fim de ano somadas com as despesas do início do ano;
 
6 – Evite gastos (ex.: faça o café da manhã em casa);
 
7 – Faça investimentos com sua renda;
 
8 – Evite parcelas muito longas;
 
9 – Dê preferência para compras à vista;
 
10 – Pesquise valores, em lugares e datas diferentes.
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Confira a receita de panetone na taça para as festas de fim de ano

 
 
No programa Jornal do Campo, da TV Anhanguera, exibido no último domingo (15), a confeiteira Ana Paula Soares ensinou a preparar uma receita de panetone na taça, para ser servidos nas festas de fim de ano. Confira:

 Ingredientes

  • 1 panetone ou chocotone de 500g
  • 2 colheres de sopa de amido de milho
  • 2 ½ xícaras de leite
  • ½ xícara de açúcar refinado ou de confeiteiro
  • 3 gemas
  • 10 damascos picados
  • 10 castanhas-do-pará picadas
  • 300g de chocolate da sua preferência
  • ½ lata de creme de leite
  • 1 xícara de suco de laranja natural
  • Raspas de chocolate
  • Frutas a gosto para decorar

Modo de preparo

O primeiro passo é fazer o creme confeiteiro. Em uma panela, coloque o leite, o amido de milho e o açúcar. Acrescente as gemas, utilizando uma peneira para tirar a película que dá o cheiro de ovo. Misture tudo e coloque no fogo médio, mexendo bem até o creme engrossar, durante cerca de 5 minutos.

Depois que o creme de confeiteiro chega no ponto, a confeiteira desliga o fogo e acrescenta os damascos picados e a castanha-do-pará picada.

“Vamos deixar o nosso creme esfriar e ele vai pegar uma consistência maior”, disse.

Depois, o próximo passo é fazer o ganache, que é uma mistura de chocolate com creme de leite. "Nós vamos derreter o chocolate no micro-ondas, sempre de 30 em 30 segundos. Mexe um pouquinho, põe mais 30 no micro-ondas, até derreter completamente”, revela. Depois de derretido o chocolate, é só acrescentar o creme de leite e mexer.

O próximo passo é a montagem do prato. Ana monta o doce em camadas. A primeira camada colocada é o creme de confeiteiro. Depois, distribui pedaços de panetone cortados. Para umedecer, ela coloca suco de laranja para dar um sabor cítrico. A próxima camada é o ganache. Ela repete as camadas até atingir o topo da taça.

Por fim, basta decorar. A confeiteira coloca as frutas e as raspas de chocolate. A confeiteira sugere para que a sobremesa combine ainda mais com o Natal, que finalize a sobremesa peneirando açúcar refinado em cima das frutas para criar a sensação de neve.

Antes de servir, deixe na geladeira por cerca de duas horas.

 

 
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