Especialistas de Recursos Humanos apontam as mídias sociais e sites como substitutos dos currículos impressos.or meio do currículo do “futuro”, a atualização dos dados será online e constante, permitindo analisar as relações e o nível de desenvolvimento da carreira dos candidatos aos decorrer da vida acadêmica e profissional. Além de avaliar o conhecimento e suas capacidades, grupos de discussão, rede de contatos, capacidade de comunicação, relacionamento interpessoal, dentre outros fatores.

O currículo do “futuro” será hospedado e acessado a partir de diferentes plataformas, não somente nas mídias sociais, mas numa nova abordagem que alterará o conceito existencial do próprio currículo.

Já podemos vivenciar isso atualmente, pois a maioria das empresas já faz cadastro de seus candidatos através de sites próprios ou pagos, como o Catho.com, Vagas.com, Manager.com dentre várias outras plataformas existentes no mercado.

No que tange Mídias Sociais, a mais utilizada atualmente com esse recurso é o LinkedIn.

Os sites de algumas empresas oferecem os mais diversos recursos, alguns inclusive fazem triagem dos dados. Se uma vaga “X” por exemplo, exige apenas determinado grau de escolaridade ou experiência, o sistema tria apenas os que adequam-se nesses requisitos, excluindo os demais cadastros.

De acordo com uma pesquisa global, conduzida pela consultoria Robert Half, 34% dos entrevistados do Brasil apontam ser muito provável essa substituição,

 A Holanda aparece na sequência: três em cada dez executivos apostam na mudança do CV tradicional para as redes sociais/sites.

TOP 5 - Muito provável que os currículos tradicionais sejam substituídos por perfis nas redes sociais/sites:

Brasil 34%

Holanda 30%

Chile 29%

Itália 16%

Suíça e Luxemburgo 14%

Quanto à eficiência das redes sociais/sites como ferramentas de recrutamento, 54% dos brasileiros acreditam no potencial delas. Nesse quesito, a liderança fica por conta dos executivos da China (64%) e de Cingapura (56%). Os da Alemanha (33%) são os que menos consideram as redes sociais eficientes no recrutamento, seguidos pelos da Bélgica (37%).

No Brasil, o principal uso das redes sociais no processo de recrutamento se dá na verificação de referências de potenciais candidatos, conforme relatado por 25% dos RH’s brasileiros. O uso das redes também foi considerado válido para os pesquisados na comunicação com candidatos (24%) e na seleção de profissionais (21%).

 Na média global, as redes sociais são consideradas muito úteis na seleção e na comunicação com candidatos segundo os executivos.

  A pesquisa sondou 1.876 diretores de RH em 16 países.

* Pesquisa Realizada pela Consultoria Robert Half

Abraços e sucesso!

Rafael Mendes

Gestor de Talentos Humanos

Especialista em Desenvolvimento Humano  e Coaching

(62) 98572-3432   Site: www.rhcomvoce.com

E-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

0
0
0
s2sdefault

Últimas Notícias

 Vereadores J. Carlos e Heverton falam sobre polêmica do IPTU

Vereadores J. Carlos e Heverton falam sobre polêmica do IPTU

24.11.17

Vereadores falaram ao OpiniãoTV sobre a justificativa do Anteprojeto que causou muita polêmica na ci.

Grave acidente na Avenida Contorno deixa 4 feridos e 1 morto

Grave acidente na Avenida Contorno deixa 4 feridos e 1.

20.11.17

Imagem enviada via WhatssApp Um grave acidente de trânsito terminou em tragédia na noite deste domin.

Suspeito de traficar droga sintética em baladas é preso pela Polícia Civil de Goianésia

Suspeito de traficar droga sintética em baladas é preso pela.

06.11.17

Rafael foi preso em flagrante - Imagem: Divulgação/Polícia Civil No início da noite desta sexta-feir.

Encontro de bispos convocado por Papa vai estudar permitir padres casados

Encontro de bispos convocado por Papa vai estudar permitir padres.

06.11.17

São Paulo - O Sínodo dos Bispos para a Amazônia, convocado pelo papa Francisco para outubro de 2019.

Redação do Enem pega candidatos de surpresa

Redação do Enem pega candidatos de surpresa

06.11.17

Participantes do Enem 2017 afirmam terem sido "pegos de surpresa" com o tema da redação da edição d.